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Jogador de RPG há 14 anos, tendo 2 anos de experiência narrando SF RPG ininterruptamente e depois mais algumas crônicas avulsas e aventuras one-shot neste que é seu RPG favorito. Também já mestrou 3D&T, GURPS, d20/D&D (2 a 3.5), MERP, Daemon/Trevas e cenários Storyteller em geral.

Entrevista Minotouro

Entrevista Minotouro

O baiano Antônio Rogério Nogueira, mais conhecido como Minotouro tem 34 anos e é um famoso lutador no cenário do MMA mundial e principalmente no Brasil. Competindo na categoria até 93Kg, é considerado um dos melhores da mesma. Suas especialidades são o Jiu Jitsu Brasileiro (faixa-preta), o Boxe, o Muay Thai e a Luta-Livre. Até o fechamento deste post, o cartel de lutas de Minotouro marcava 18 vitórias (5 por nocaute) e 3 derrotas (apenas uma por nocaute). A entrevista a seguir foi resumida e a original pode ser conferida na íntegra no site Portal do Vale Tudo. Minotouro lutará em um importante evento do UFC agora no final de maio e é interessante saber um pouco mais da história de mais esse brazuca campeão.

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Gêmeo univitelino do maior ídolo da história do MMA brasileiro (o Minotauro), Rogério Minotouro Nogueira nunca teve vida fácil, mas com a obstinação que traz em seu DNA conseguiu vencer todos os obstáculos que cruzaram seu caminho. Depois de vencer grandes nomes do MMA como Sakuraba, Dan Henderson, Vladimir Matsuchenko e Alistair Overeem, Rogério anda se aventurou no mundo do Boxe onde conquistou uma inédita medalha de bronze na categoria Super-Pesado para o Brasil nos jogos Pan americanos do Rio.

Depois da impressionante estréia no UFC 106, nocauteando o até então invicto Luis Banha, rogério vem sendo apontado entre os principais candidatos para, em pouco tempo, disputar o cinturão Meio-Pesado do UFC. Nesta entrevista concedida à PVT Magazine, Nogueira comentou o próximo desafio, contra Forrest Griffin no dia 29 de maio (UFC 114), apostou na vinda do UFC para o Brasil em 2011 e falou do seu sonho de conquistar o cinturão, que hoje se encontra nas mãos de Lyoto Machida.

Forrest Griffin

Será uma boa luta em pé. Ele é um cara valente, brigão, que gosta de usar bastante o Muay Thai, soca bem, chuta bem, aguenta muito. gosto de lutar contra caras do estilo dele.

Quem gostaria de lutar

Um lutador que casa estilo bem comigo é do Rashad evans, acho que daria uma luta boa. Ele faz umas fintas, meio boxer, gosta de trocar de pé, gosta de botar pra baixo, não é de passar a guarda para finalizar, então daria uma boa luta.

Maior Conquista

Acho que foi essa estréia no UFC. Me botaram uma pedreira pela frente. Antes da luta eu estava apreensivo, porque o Banha é um dos caras mais perigosos que eu já lutei. Com uma linha de Boxe perfeita, boa defesa, ataque, Muay Thai, chuta, soca, defende queda.

É faixa preta em Jiu Jitsu, compridão, canhoto. Mostrei muita garra, determinação para conseguir esta vitória, que foi também um cala boca em muita gente que falava que o Minotouro não estrearia bem.

Com todo respeito ao Banha, que para mim é um casca grossa. Ele foi o maior desafio da minha carreira e tenho certeza que vai dar a volta por cima, pois está entre os cinco melhores da categoria.

Volta por Cima

As vezes uma derrota te faz aprender muito. depois que fui nocauteado pelo Sokodjou, passei a treinar ainda mais para dar a volta por cima, depois disso venho só de nocautes.

Bronze no Pan

Foi legal, muito bom, uma experiência que marcou minha vida. Se eu tivesse tempo e idade, gostaria de lutar as Olímpiadas de 2016 aqui no Brasil. Não dá pra explicar a emoção de lutar pelo seu país. Receber aquela medalha de bronze no pódio foi uma das maiores emoções da minha vida.

Derrota do Minotauro

(para o Cain Velasquez):
Fiquei muito triste. Essa luta realmente era muito importante pro rodrigo manter-se em uma posição boa no ranking. Mas posso dizer que esta foi uma das lutas que ele mais treinou. ele estava melhor do que contra o Couture. Mas o Rodrigo é um grande campeão e a gente sabe que ele sempre consegue dar a volta por cima. O Rodrigo é o cara que mais me inspira na luta. Ele é um atleta exemplar, que treina com vontade e é o meu maior incentivador nas artes marciais. Essa derrota me deixou meio desanimado, mas já conversamos e ele falou pra seguir em frente, porque é coisa de luta, e tenho que esquecer e correr atrás do meu próximo adversário.

Dois Nogueiras Campeões

Aí seria demais (risos). O velho ia morrer do coração e de orgulho. O quanto antes vier a oportunidade, melhor, estou com uma certa idade.

Mas sou realista, acabei de fazer a minha primeira luta no UFC… Mas para eu me realizar na carreira, me aposentar, eu precisava ser campeão.

Mas é um longo caminho a percorrer, não vou me iludir achando que porque fiz uma boa luta no UFC, nocauteei, vou lutar pelo cinturão. Não tenho essa pretensão, mas estou num bom caminho.

Sinto que essa vitória me motivou bastante, venho de quatro nocautes seguidos, estou embalado e tudo tem sua hora e a minha vai chegar.

Minotouro enfrentando Luis Banha

Imagem do Dia #5

E lá vamos nós com nossa coluna pseudo-artística semanal.

Chun Li, Cammy e as arenas bizarras de Street Fighter

Provavelmente todo fã de Street Fighter já se perguntou o porque de Honda lutar em uma casa de banhos com o piso molhado e escorregadio. Ou porque diabos Ryu luta no telhado de um dojô antigo. Não seria muito mais fácil descer até o chão e enfrentar seu oponente dentro do dojô? Ou Honda levar seu oponente até uma arena de Sumô? Nosso artista desconhecido dessa semana tira um sarro com essas idéias usando como exemplo Chun Li e Cammy, lembrando que a arena de Cammy em SF2 é um castelo da Inglaterra, onde um dos lutadores pode, a qualquer momento, cair para a morte…

Cammy e Chun Li na ponte

Guerra dos Games

Guerra dos Games

Se você é visitante da Street Fighter RPG Brasil já a algum tempo deve lembrar-se do fanfic Crossover Nostalgia. Pois é, o nome foi dado por mim pois o autor não tinha especificado um ainda. Recentemente, acompanhando o andamento do projeto, notei que o autor finalmente se decidiu quanto ao nome, ou seja, o Crossover Nostalgia tornou-se o Guerra dos Games, e além da troca de nome, o autor nos presenteou com uma belíssima capa e o início da segunda temporada da trama, que você confere abaixo.


Guerra dos Games é uma História em Quadrinhos feita por um camarada do Orkut chamado HQ Games. Ele é responsável pelo roteiro, desenho e cores da obra, que apesar do amadorismo e simplicidade, é muito divertida.

O que aconteceria se os maiores vilões dos games se juntassem contra os mocinhos? Pior ainda, se eles conseguissem além de formar uma grande aliança do mal, dominar a mente de alguns heróis também? Em Guerra dos Games, vilões de Street Fighter, Mortal Kombat, Sonic, Pac-Man e outros se juntaram para pôr um fim de uma vez por todas em heróis como Ryu, Mario, Allejo, Haggar e Alex Kidd em uma trama sensacional. Regularmente HQ Games posta novos episódio e recentemente encerrou a primeira temporada, que está toda compilada no volume 1. De tempos em tempos este post será atualizado com os links para download dos novos episódios da segunda temporada.

Para baixar a primeira temporada completa clique aqui (10MB).

Para baixar o Episódio 06, primeiro capítulo da segunda temporada, clique aqui.

Top 5 abril de 2010

Top 5 abril de 2010

Saudações a todos! Sejam bem vindos ao Top 5 da Street Fighter RPG Brasil contendo os melhores posts que deram a cara por aqui durante todo o mês de abril de 2010.

Este foi, sinceramente, um dos piores meses do site em termos de quantidade e qualidade dos posts. Não víamos uma maré tão ruim de falta de criatividade desde outubro do ano passado. Por pouco não atingimos a marca de 1 post por dia, tendo fechado o mês com 27 posts. Ainda assim, este foi um mês de quebra de recordes de visitas, com uma onda massiva de americanos acessando o site o que elevou um monte nossa média de visitas durante vários das do mês (especialmente nesta última semana).Para eles: than you, and enjoy it!

Bom, vamos ao que interessa!

5º Lugar: Imagem do Dia #1

Uma nova coluna com periodicidade semanal despontou no site e é a Imagem do Dia, sempre trazendo uma imagem irônica, curiosa ou simplesmente muito bem feita sobre Street Fighter. Quer abrir um sorriso no rosto e tem apenas 10 segundos disponível? Dá uma passada pelos posts com a tag Imagem do Dia.

4º Lugar: Elenco de Apoio

Um daqueles posts agregadores, dessa vez agregando e organizando todos os NPCs que não são os protagonistas das histórias, mas que podem ajudar ou atrapalhar, e muito, a vida dos heróis. Temos senseis, empresários, jornalistas, kutadores que não competem no circuito e até uma banda de rock!

3º Lugar: Locais de Conflito

Outro post agregador, mas este veio para inovar pois trata somente de locais onde os Street Fighters podem se meter em confusão. Isso vai desde as tradicionais arenas, passa pelos dojôs e academias e até trata de bares! Ainda temos poucos locais de conflitos, mas este se tornará uma excelente fonte de material para enriquecer suas crônicas.

2º Lugar: Background

A medalha de prata ficou com um post auxiliando jogadores a criarem backgrounds mais interessantes para seus personagens. Basicamente, ele dá dicas de como fazê-lo e ainda ajuda a transformar as bolinhas na ficha do personagem em um background bacana para ser interpretado. Vale a pena ser lido.

1º Lugar: Criando NPCs Instantâneos

E o ouro vai para um utilíssimo post voltado aos meus amigos Narradores (sim, pois eu sou um deles!), visando auxiliá-los com a árdua tarefa de ficar criando trocentos NPCs o tempo todo. O post que gamhou o ouro no mês de abril dá várias dicas de como ganhar velocidade nesse processo de criação priorizando o que realmente será util e/ou importante na aventura que se seguirá, ou que está acontecendo.

E eras isso. Espero que tenha, gostado das postagens deste mês e espero que mês que vem possamos exibir conteúdo com mais qualidade. Até maio!

Superman contra a Shadow Law

Superman contra a Shadow Law

“A ocasião em que o Homem de Aço encontrou os mais fortes lutadores da Terra”

Luiz Fabrício "Goldfield" Oliveira nos presenteia com mais uma obra de ficção feita por fãs (fanfic), desta vez o crossover entre Superman e Street Fighter. Para quem não conhece o trabalho de Goldfield, ele é autor dos igualmente inusitados Street Poems, poemas de Street Fighters e de Resident Evil – Experimento X, um crossover entre RE e Street Fighter.

Em Superman contra a Shadow Law, temos uma história paralela aos mundos de Superman e Street Fighter, onde a Lexcorp vendeu boa parte de suas ações para o tirânico M. Bison em troca de uma parceria para eliminar, deuma vez por todas, o maior inimigo de Lex Luthor, o Superman! Será que o homem de aço será páreo para os lutadores mais fortes da Terra? Leia e confira!

Para fazer download do fanfic, clique com o botão direito do mouse sobre a imagem e escolha "Salvar como…"

Lava Storm

Pré-Requisitos: Foco 5, Elemental (Magma) 5, Lava Ball

Pontos de Poder: Elemental (Magma) 5.

Quando vulcões entram em erupção perto de cidades povoadas é uma catástrofe. Agora imagine um Street Fighter entrando em erupção bem no meio de uma arena! Com este fabuloso poder, o sub-elemental concentra todas suas forças em uma tempestade de magma que dispara diversos projéteis flamejantes sobre os oponentes, em uma autêntica erupção.

Sistema: o lutador pode arremessar um número de pequenas Lava Balls equivalente ao seu nível em Foco. Portanto, um lutador com Foco 5 poderia disparar uma salva de 5 bolas de magma. Ele pode mirá-las em qualquer oponente ou oponentes que quiser (ex: duas em um oponente e uma em cada um dos três oponentes restantes). Cada alvo deve estar na linha de visão do lutador.

Um oponente que use Jump ou outra manobra que permita se esquivar de projéteis, deve fazer um teste de esquiva para cada Lava Ball lançada contra ele. O alcance é igual ao da Lava Ball comum (Raciocínio + Foco) e o dano é calculado com Inteligência + Foco + Elemental (Magma) – 2.

Custo: 2 Chi

Velocidade: -2

Dano: -2

Movimento: nenhum

Lava Storm

O Tao do Street Fighting

Faça seu trabalho, então volte atrás.
O único caminho para a serenidade.

– Lao Tsé, “Tao Te Ching”

A vida é um conflito, e lutar é por vezes a solução natural do
conflito. Toda cultura tem histórias de guerreiros que transformaram
meros combates em um modo de vida: os Espartanos
da Grécia, os Monges Shaolin da China, os Samurais do Japão,
e as Amazonas da Scythia. Todos abraçaram os combates como
uma forma de se viver.

Fazendo isso, eles se tornaram altamente reverenciados
dentro de suas culturas – não somente por suas habilidades de
combate, mas também por suas filosofias marciais, que eles
utilizaram nos campos de batalha e na vida. Qualquer um pode
brigar, mas um verdadeiro lutador pode ver além do próximo
soco ou chute para o final iminente.

O Street Fighter, como o monge Shaolin ou guerreiro samurai,
não luta simplesmente pela glória do combate, mas pelo
seu auto-aperfeiçoamento e conhecimento.

Hoje em dia, entretanto, todo Street Fighter tem sua própria
razão para escolher o Street Fighting como seu modo de viver.
Alguns Street Fighters tem modelos exemplares – senseis, sifus, técnicos, ou outros mentores – que os inspiram para
seguir o caminho de um lutador honrado. Lutadores honrados
são aqueles que lutam de modo limpo e justo. Embora o conhecimento
do uso de armas seja comum, lutadores honrados
evitam usá-las; os corpos dos Street Fighters são as melhores
armas; enquanto que estas armas são usadas como muletas
por lutadores baixos.

Um lutador honrado tem uma razão para cada luta que entra.
Não há razão para conflitos sem sentido: lutar sem razão
é o domínio dos loucos e valentões. Um bom lutador deve resistir
à tentação de fazer de cada conflito uma batalha. Isto é
como os lutadores honrados percebem a si mesmo no mundo
que fazem parte, assimilando toda situação como um conflito
em potencial enquanto raramente tornam todo conflito em
uma luta: a sabedoria de saber quando lutar é tão importante
quanto saber quando cair fora.

Um lutador cujo espírito é frágil possui uma força física frágil
como a casca de um ovo. Enquanto há grande prazer em participar
da tradição do combate e saborear a glória da vitória,
ele pode ser drenado em um espírito de luta se elas se tornarem
rotineiras, previsíveis ou sem sentido. Na vida, assim
como no Street Fighting, um lutador deve saber quando confrontar e quando recuar. Ninguém nunca realmente sabe
como uma luta irá terminar quando ela começa – e o Street
Fighter filósofo afirma que é como a vida, a melhor forma de
lutar é deixar ela ir como deve ser, ao mesmo tempo trabalhála
para proveito próprio.

Treinamento em artes marciais prepara um lutador para
mais do que mero combate: um lutador honrado usa o treinamento
para aprimorar não somente seu corpo físico, mas
sua mente e espírito também. Um lutador aprende como
aplicar vários chutes, socos e bloqueios para uma situação
de combate, o lutador também deve mostrar perseverança e
bom julgamento. Indivíduos desonrados, na vida e no Street
Fighting, são aqueles que recorrem a táticas desonrosas como
um método de conseguir, o que prova ser uma
vitória falsa – dentro e fora do ringue – acreditando
que a vitória é mais importante do que a luta por
si mesma.

Treinamento apropriado é essencial para o Street
Fighting. Atividades de resistência, como corrida
e saltos, são importantes para aumentar o vigor;
treinamento com pesos aprimora a força; perícias
de reflexos são testadas através de exercícios de
velocidade, como uma pessoa com o mais rápido
chute ou soco é por vezes o vencedor. Na vida, somente
há uma forma de aprender a ser resistente,
a ser forte e como responder rapidamente. Mas
ultimamente o mais alto treinamento ambos nas
artes marciais e na vida é a meditação, que ajuda
a compreender a claridade mental necessária para
seguir nossos instintos.

Muitos Street Fighters tem medo na primeira
vez que dão um passo dentro do ringue e encaram
seu oponente, mas isto é natural e uma parte do
processo de crescimento. Encarar o medo é um
dos maiores desafios que qualquer lutador pode
enfrentar; aprender a tornar este medo em uma
energia positiva é a lição mais difícil que um lutador
pode dominar. Entretanto, isto é essencial
para confrontar um oponente diretamente se um
lutador quer uma chance de vitória. Como Morihei
Ueshiba diz em “A Arte da Paz”: “Quando um oponente
vem para frente, mova-se e saude-o; se ele
voltar atrás, envie-o nesta direção”.

Um Street Fighter deve sempre respeitar seu
oponente. Olhar um oponente diretamente nos olhos:
isto irá lhe dizer mais do que tentar observar
os pés ou as mãos. Tentar antecipar um oponente
com um forte bloqueio e retornar é uma excelente
maneira de despir o outro lutador. Um bom lutador
nunca subestima seu oponente ou a si mesmo. Um
bom lutador pode tentar aprender mais do que o
possível sobre um oponente, conhecer um inimigo
é tão valioso quanto conhecer a si mesmo. Street
Fighting permite aos participantes aumentar sua
confiança e habilidades e enfrentar oponentes
com várias técnicas e táticas. A “arena” é por vezes
desconhecida e inesperada, mas ser um Street
Fighter é sempre estar pronto para a batalha e requer
somente um raciocínio rápido, habilidades
físicas e muita coragem. Sempre quando a batalha
é uma das vontades, a mesma lição se aplica.

Lutar é uma disciplina que poucos dominam completamente.
Ela requer coragem, honestidade, sabedoria, perícia e força.
Vida e o Street Fighting estão envolvidas pelo simples fato
de que para vencer exige preparação. Aqueles que desafiam
a si mesmos apresentam mais desafio para os outros do que
aqueles que não aprendem e evoluem.

Cabe ao indivíduo decidir está preparado; somente quando
encontrar a luta de sua vida saberá concerteza se está pronto.

Conto originalmente apresentado em inglês no suplemento importado Contenders.

Bar Primeiro Assalto

Esse bar na cidade de Nova Iorque é um dos locais de passatempo
favoritos dos Street Fighters. Localizado no centro de
Manhattan, fica no porão de um prédio de apartamentos, logo
abaixo de uma loja de eletrônicos. Um sinal estampado com o
nome do bar está pendurado em cima das escadas que levam
para baixo do nível da rua até a entrada. Alguns dos melhores
artistas marciais do mundo podem ser encontrados aqui, a
qualquer momento, incluindo muitos dos Guerreiros Mundiais.
O Primeiro Assalto (The First Round) é um lugar onde
Street Fighters podem se reunir em uma “irmandade” e trocar
histórias. Rancores são deixados à porta.

Embora pareça um “buraco-na-parede” visto da rua, o
Primeiro Assalto é na verdade muito grande. Em adição ao
longo e espelhado bar junto a uma das paredes, mesas estão
espalhadas pela sala. Claro, Street Fighters gostam de se exibir
e preencher o lugar, mas brigas de qualquer tipo são proibidas.
Para proporcionar uma saída para os Street Fighters mais
vaidosos, o bar patrocina vários testes de força e habilidade:
na parte de trás do estabelecimento, separados por um muro
baixo, estão um saco pesado e um saco de velocidade, ambos
equipados com contadores que medem o desempenho de
um atleta, bem como levantamento de peso. Apostas sobre
quem pode socar mais duramente ou levantar mais peso são
comuns.

A principal política do Primeiro Assalto é uma estrita proibição
contra a luta – uma proibição em vigor desde a abertura
do bar. Um grande cartaz sobre o bar informa os recém-chegados
desta regra, e poucos se atrevem a quebrá-la; espera-se
até mesmo dos inimigos tradicionais a aderência a esta diretriz.
Fregueses prestativos de longa data põe uma “palavra
de sabedoria” na orelha do ocasional cliente brigão, enquanto
seguranças, geralmente Street Fighters sem sucesso, impõem
a regra da “não-luta” da qual, é claro, eles estão isentos como
requerido.

Se um cliente for forte demais para os seguranças deterem,
há notícia de que os fregueses assíduos dão uma “mãozinha”. Se um cliente insiste em provocar uma luta, ele é rapidamente
conduzido à porta de saída. Tais incidentes, no entanto, nunca
se tornaram uma “briga de bar que esvazia o salão”, e o visitante
ofensor não pode contar com a ajuda de nenhum dos outros
clientes. O Primeiro Assalto é um paraíso onde rixas são postas
de lado e lutadores podem apenas relaxar. Ninguém quer ver
essa frágil paz perturbada.

O Primeiro Assalto é de propriedade de Antoine Stewart, um
estilista de Kung Fu e Street Fighter aposentado que lutara sob
o nome de Punho do Tigre (Tiger Fist) até que uma lesão – uma
perna quebrada que foi mal curada – o forçou a se aposentar.
Stewart levou o dinheiro que tinha guardado em suas vitórias
e comprou o bar. Ele o divulgou em torno do circuito, e logo
atraiu outros Street Fighters para seu novo estabelecimento.
Stewart continua gerenciando, e pode ser encontrado aqui em
quase todas as noites.

Apesar de estar fora do circuito há anos, Stewart ainda
parece magro e forte. Muitas vezes trabalhando no bar, recém chegados
o confundem com um funcionário – mas não por
muito tempo. Ele habitualmente saúda os recém-chegados
ao bar por seu primeiro nome, se eles já tiverem sido vistos
no circuito de lutas de rua. Simpático e sempre pronto a dar
conselhos sobre luta, ele se mantém a par dos acontecimentos
atuais, e pode direcionar uma pessoa para um novo tutor ou
sensei.

O Primeiro Assalto é um bom lugar para os recém-chegados
conhecerem lutadores mais experientes (e outros que trabalham
no circuito, como empresários) ou para procurar um
conselho ou informação sobre uma arena particular. Contatos
podem ser feitos, ou emprego encontrado. Uma visita de
Guerreiro Mundial não é incomum. Em qualquer noite, um
visitante pode encontrar Ken sentado no bar a beber um chá
verde ou Guile bebendo cerveja americana. Os empresários
também vêm aqui em busca de novos talentos, e os promotores
se certificam de que as informações sobre os seus próximos
torneios sejam anunciadas aqui.

Qualquer um interessado na classificação de um Street
Fighter pode consultar Larry Williams, um ex-apostador profissional
empregado agora por Stewart para manter um registro
das vitórias e derrotas. Com seus muitos contatos de jogo
em Las Vegas, Nova York, Monte Carlo, Londres e as Bahamas,
Larry é capaz de manter o controle de praticamente todos os
Street Fighters do mundo. Larry precisa seguir cada lutador
para determinar as probabilidades, e é também um mestre em
avaliar os adversários, o que ele não souber, ele pode descobrir
com alguns poucos telefonemas rápidos.

O Primeiro Assalto também é famoso por sua culinária, e tem
um menu incomum e extenso. Os artistas marciais têm alguns
gostos bastante estranhos, e este lugar atende a todos eles.
Stewart emprega três cozinheiros que abrangem uma gama
de cozinhas – de vietnamita e tailandesa a indiana e russa. Fei
Long
pode obter um prato de caracóis com molho de feijão
preto, enquanto Edmond Honda pode apreciar alguns sushis
saborosos. O bar serve todos os tipos de bebidas – desde as sodas
típicas, cerveja, às mais exóticas misturas como o leite de
tigre e chá de capim limão. A especialidade da casa é o “Soco
Poderoso”, uma bebida especial de receita do próprio Stewart.
Cheio de vitaminas, proteínas e sucos de frutas naturais, dizem
que esta bebida serve para restaurar a energia e a força.

O Primeiro Assalto também tem sua parcela de problemas,
no entanto, era inevitável que a fama de Stewart atraísse a
atenção errada. Quando ele abriu o bar, Stewart teve alguns
problemas com capangas da família da máfia que “apareceram
para uma visita”. Em resumo, eles queriam que ele comprasse as bebidas alcoólicas deles, para lhes permitir usar o bar para
ocasiões especiais, e pagar-lhes por proteção também. Naturalmente,
Stewart se recusou, e os bandidos foram embora,
prometendo trazer-lhe problemas.

Stewart precisava de ajuda para impedir seu novo bar de
ser destruído, então ele pediu ajuda a seus ex-colegas. Quando
os capangas da família voltaram para destruir o lugar, eles
encontraram uma surpresa desagradável esperando por eles:
uma meia-dúzia de Street Fighters loucos por briga. Todos os
cinco bandidos foram enviados ao hospital para uma visita um
pouco demorada.

Este imbróglio iniciou uma guerra de seis meses entre O
Primeiro Assalto e a Máfia. Cada vez que a Máfia enviou capangas
para intimidar Stewart, ou para vandalizar o bar, Street
Fighters vieram em seu socorro e enviaram os bandidos empacotados.
Eventualmente, devido a muitos dos membros da
família terem sido colocados “fora de ação”, a máfia declarou
trégua, e Stewart foi deixado em paz. Até hoje, porém, o sindicato
mantém um rancor, ganhando tempo até que ele possa
se vingar. A principal razão para que eles não tenham simplesmente
bombardeado o lugar é que a família está esperando
Stewart falir e dar-lhe uma chance de obter uma propriedade
muito desejável.

Ultimamente, O Primeiro Assalto também tem atraído a
atenção da Shadaloo. Lutadores das conhecidas Equipes da
Shadaloo começaram a visitar o Primeiro Assalto, como se
fossem quaisquer outros Street Fighters, mas Stewart e os
freqüentadores regulares não gostaram. No entanto, como o
bar é destinado a ser um lugar para Street Fighters colocarem
de lado suas diferenças e descontrair, nada pode ser feito para
impedir a Shadaloo.

Poucos sabem que os combatentes da Shadaloo fazem
muito mais do que apenas socializar; eles vêm aqui para fazer
negócios como agentes da Shadaloo: coleta de informação,
captação de novas instruções e fechamento de negócios. A
regra que proíbe a luta involuntariamente fornece à Shadaloo
uma proteção. Enquanto os agentes não começarem nenhuma
confusão, não precisam se preocupar. Até agora, nem Stewart,
nem qualquer um dos clientes habituais do bar conseguiu
descobrir as verdadeiras atividades da Shadaloo no Primeiro
Assalto. O que vai acontecer quando eles finalmente descobrirem
ninguém sabe.

Idéias de Histórias

Além da camaradagem e de coleta de informações que
acontece no Primeiro Assalto, Street Fighters também podem
encontrar aventura e conflito aqui. Narradores podem considerar
as seguintes possibilidades.

  • Os lutadores aprendem sobre as atividades da Shadaloo
    no Primeiro Assalto ao ouvir um crime sendo planejado,
    ou ficam sabendo depois do fato de que um crime havia
    sido planejado no bar. Os personagens tentam impedir a
    visitação dos Shadaloo ao bar ou mesmo parar o crime.
  • A família da Máfia retorna com Street Fighters próprios
    (talvez treinados pela Shadaloo) para forçar Stewart a
    pagar o dinheiro de proteção ou apenas para se vingar.
    Stewart aborda os personagens para ajudar a defender o
    bar ou para se livrar do Sindicato completamente.

Locais de Conflito

Background

Background. Essa palavra aparece com certa regularidade quando a conversa é entre RPGistas experientes, e também em matérias de revistas e posts de blogs. Alguns preferem dizer "ambientação", outros falam apenas em "história" ou "histórico" – mas background é muito mais abrangente.

Procurando background no dicionário inglês-português (a pronúncia é "bék-gráund"), você deve encontrar vários significados. Entre eles temos ambiente, cenário, antecedentes, formação, experiência. Todos valem em RPG, porque background é justamente isso – aquilo que enriquece e "recheia" o personagem. Sua história. Seu passado, personalidade e tudo o que o torna uma pessoa única. Indo direto ao ponto, background é aquela "historinha" que o Narrador pede para você escrever atrás da ficha de personagem – mas você disfarça, finge que não ouviu e deixa para depois.

Se o personagem de RPG fosse um computador, a planilha com números seria o hardware – a parte física, aquela que podemos ver e tocar. Então o background seria o programa, o software. Algo mais subjetivo, algo que não podemos ver imediatamente quando examinamos a planilha – mas SABEMOS que está ali.

Background não é indispensável para jogar RPG. Você pode preencher uma planilha, lançar os dados e esquecer qualquer outra preocupação. A diferença é que, jogando assim, muito em breve você pode acabar perdendo o interesse pelo personagem – e também pelo próprio jogo. Empregue algum tempo elaborando o background para seu personagem, e com certeza ele será mais valioso para você.

Sim, verdade. Você deve ter notado que, quanto mais tempo joga com um mesmo personagem, mais você fica apegado a ele. Isso não acontece apenas porque vocês debulharam capangas juntos (ok, isso TAMBÉM é divertido). Acontece porque agora seu personagem tem um passado. Você não o inventou durante a criação, antes de jogar – mas o background surgiu naturalmente, aos poucos, durante a crônica.

Sendo assim, não seria mais interessante construir personagens com passado e conteúdo, em vez de apenas uma planilha com espaços e bolinhas preenchidas?

Street Fighters não são só números!

Dentre os cenários da linha Storyteller (Vampiro, Mago, Lobisomem e os etcs), Street Fighter é aquele onde podemos esquecer mais facilmente o valor de um background. Talvez por isso este jogo seja tão detestado pela "elite" RPGista.

Digamos que você resolve construir um personagem de Street Fighter. O Narrador anuncia uma aventura onde terá um torneio de artes marciais (mais clichê impossível…), ok. Você logo pensa naquele combo para defende com Bloqueio básico e contra-atacar com Shock Treatment, e resolve por todas suas bolinhas de Técnicas em Foco e Bloqueio, seus Atributos Físicos vão para Vigor e Destreza e seus Atributos Mentais para Inteligência e Raciocínio. Além do Shock Treatment também pega uma Fireball, caso o oponente não queira se aproximar e faz um Kabaddi para que as manobras de foco saiam baratinhas. Para os gastos de Chi, preenchemos todas bolinhas de Chi na ficha usando Pontos Bônus e distribuímos as Habilidades, Atributos Sociais e Antecedentes à gosto. Pronto, já temos nosso personagem.

Temos mesmo? Vejamos…o sujeito não tem passado, não tem personalidade, não tem nem mesmo um nome! Pensando bem, o que temos é apenas um amontoado de números e cálculos espertos – um personagem feito com mentalidade puramente estrategista. Até que está bom se você está jogando suas primeiras aventuras e ainda não pegou o espírito da coisa, mas…pode estar certo, você logo vai se cansar.

Como trasformar esta planilha cheia de números em um personagem? A resposta é: dê a ele um background.

Para começar, temos que chamar esse cara de alguma coisa. Um nome indiano, rápido! Usando o instinto, o jogador escolhe…Karumi. Até que não ficou tão ruim.

O que esse Karumi faz da vida? Ele possui dons de manipular seu Chi em descargas elétricas e cospe bolas de fogo. Será um monge indiano? Talvez um discípulo de Dhalsim (o jogador pôs Sensei 5 como único antecedente).

Ei, um momento! Karumi tem Força 2, não tem técnicas de Soco, Chute ou Apresamento! Ele é um lutador que não sabe desferir sequer um chute ou soco. Nosso amigo é um tipinho bem estranho também, visto que não sobraram muitos pontos para por em Aparência. Isso dá a ele uma aparência de indiano passando fome, semelhante ao físico de Dhalsim em Street Fighter 2 para SNES.

Já temos muita coisa para trabalhar. Karumi é um discípulo de Dhalsim que vendo a pobreza de sua vila e a quantidade de enfermos decidiu ir para o Japão participar de um torneio Street Fighter para arranjar dinheiro para construir um hospital público. Isso corresponde à Honra maior do que Glória que o jogador de Karumi colocou na ficha. Agora ele viaja pelo mundo com alguns amigos que fez neste torneio, tentando juntar dinheiro suficiente para voltar para casa e melhorar a qualidade de vida dos habitantes de sua terra natal.

ISTO é background. Criar uma história, um passado e personalidade, compatíveis com as estatísticas de jogo. O ideal mesmo é pensar no background antes de construir o persoagem – e não o contrário, como acabei de fazer. Karumi teria uma vida mais fácil se, digamos, tivesse alguns pontos em Recursos ao invés de todos em Sensei.

Então ficamos combinados: quando preencher sua próxima planilha, dê ao personagem algo mais que números e bônus.


Artigo escrito por Fernando Jr inspirado em uma matéria homônima da extinta Dragão Brasil #43, escrito por Marcelo Cassaro.

O Mundo da Batalha de Sonny Bennett

Esta arena foi fundada na metade da década de 1980 por Sonny Bennett. Ela não possui um local permanente, viajando em vez disso de cidade em cidade como um circo; um comboio de caminhões e ônibus é necessário para transportar o equipamento e pessoal. O Mundo da Batalha é mantido em qualquer que seja o estádio proeminente da cidade anfitriã, como o Madison Square Garden em Nova Iorque. Por duas ou três noites, Street Fighters lutam uns contra os outros para o deleite das multidões. Toda a operação, então, é desmontada e move-se para a próxima cidade da turnê.

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A arena em si parece ser a mesma, não importa onde esteja instalada: é um ringue quadrado simples, com cordas em volta do perímetro. Competidores se encaram em partidas, gritando, em um palco lateral, enquanto suas atuações são transmitidas em telões acima. Os bastidores são um turbilhão de atividades, com técnicos correndo de um lugar para outro, administradores fechando negócios e fãs pressionando por autógrafos.

Sonny Bennett começou como um pequeno promotor de um torneio de artes marciais local na Filadélfia. Realizado anualmente, o torneio era uma vitrine para as escolas de artes marciais locais. Os competidores eram pouco mais que crianças e entusiastas de meio expediente. Guerreiros profissionais evitavam a arena de Bennett, nenhum empresário retornava suas ligações e a presença de espectadores era baixa. Bennett estava num degrau abaixo da escada do sucesso, mas da noite para o dia ele se tornou um importante promotor, com uma grande banca. O segredo por trás da súbita prosperidade de Bennett foi a Shadaloo, que comprou a lealdade de Bennett e o instruiu a construir uma arena que pudesse fornecer cobertura para suas operações. Com o dinheiro da Shadaloo, ele desenvolveu a idéia de um crescimento rápido de artes marciais em viagem, similar a diversas operações de Luta-Livre profissional já em turnê pelo país. Agora, empresários estão disputando uns com os outros para agendar seus lutadores na arena de Bennett.

Bennett tem sua própria Equipe de lutadores: alguns são ativos, outros já tiveram o seu momento. Ressentimentos e rixas são tramados para fornecer uma razão para que os Street Fighters se confrontem, e para entreter os espectadores. No meio da luta, vinhetas são encenadas onde os lutadores se postam, discutem e trocam insultos. A maioria das brigas de uma noite é entre estes lutadores, mas é um aquecimento para o evento principal. Alguns dias, estas lutas são fixas, com o vencedor determinado previamente. Claro, Sonny e seus lutadores negam esta acusação com veemência.

O evento principal é normalmente reservado para Street Fighters independentes ou equipes. Os times são convidados para competir em lutas de duplas ou amplas lutas “livres para todos” contra times ou lutas individuais da própria Equipe de Street Fighters de Sonny. Lutadores independentes são agendados com semanas de antecedência e recebem o maior faturamento do pavilhão.

Mais e mais Street Fighters procuram Sonny e seu Mundo da Batalha, conforme a arena torna-se cada vez mais popular. Isto está fadado a crescer quando Sonny negociar um acordo para transmitir suas lutas na TV. Sonny também procura recém-chegados ao Street Fighting para dar-lhes um grande momento de invasão: diversos lutadores tiveram sua primeira chance nesta arena. Sonny está sempre à procura por novos talentos para adicionar à sua Equipe, no caso de um novo candidato quente ou um apagado (mas ainda popular) lutador. A eles é oferecido um exclusivo contrato de muitos anos com a Sonny Bennett Produções e é dado um camarim. Street Fighters sempre podem ser encontrados rodopiando sobre a arena, sejam eles visitantes para uma simples luta ou contratados por vários anos.

Sonny é cortês e amigável para convidados especiais, bajulando- os com presentes e cobrindo suas despesas de hotel e alimentação. Mas para aqueles que ele chefia, ele é duro e exigente. O que permanece um segredo muito bem guardado, pouco conhecido fora do Mundo da Batalha, é que Sonny explora seus combatentes regulares. Ele concede empréstimos para seus lutadores em taxas de agiota, então exige o pagamento em serviços: “Se você apenas levar este pacote para o bar das docas, eu esquecerei aquele último empréstimo…” Mesmo se um lutador não estiver em dívida com ele, Sonny tem meios de conseguir o que quer. Ele apela para o sentimento de gratidão e culpa (“Pense em tudo o que eu fiz por você”), intimidando-os e oprimindo-os e, em alguns casos, ameaçando seus entes queridos. Um lutador insubordinado pode vir a estar continuamente em competições contra oponentes muito fáceis e perdedores e outras lutas que não contribuem para sua reputação. Um competidor rebelde pode vir a ser morto.

Assim, os lutadores empregados por Sonny tornam-se inconscientemente peões nos esquemas da Shadaloo. Viajando por todo o país, atraindo milhares de espectadores e dezenas de Street Fighters, o Mundo da Batalha serve como disfarce perfeito para as atividades criminosas da Shadaloo, já que pacotes e encomendas são entregues por todo o país. Os lutadores providenciam músculos e proteção quando é necessário. Apesar dos perigos, algumas informações sobre a operação de Bennett escaparam, e alguns Guerreiros Mundiais começaram a suspeitar do que realmente é o Mundo da Batalha.

Idéias de Histórias

Em adição a um aparecimento único, o Mundo da Batalha poderia facilmente tornar-se um acessório em progressão na crônica do Narrador. Histórias possíveis incluem:

  • Os personagens são Street Fighters iniciantes e, inconscientemente, se inscrevem no Mundo da Batalha. O que começa como uma oportunidade de carreira espetacular se deteriora lentamente em uma imersão no mundo do crime e uma situação de vida ou morte.
  • Os Street Fighters são chamados por Cammy ou Guile para infiltrarem-se nas operações de Bennett e participar de sua Equipe, procurando a oportunidade certa para revelar seus planos ou neutralizá-los.
  • Uma amiga dos personagens, agora empregado de Sonny, vem pedir-lhes ajuda. Sonny vem aborrecendo-a e ameaçando- a, e agora ela teme por sua vida e pede aos personagens para protegê-la dos capangas de Sonny, os quais estão convenientemente em seu caminho.

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