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Naldo Guerreiro

Altura: ???
Peso: ???
País: Brasil
Nascimento: 1973 (~19 anos em SF2)

Naldo é um jovem vendedor de açaí nas praias do Rio de Janeiro. Sem grana para treinar Jiu Jitsu, conseguiu entrar na academia Gracie graças a um programa social mas foi o seu talento nato para o esporte que o fizeram continuar lá. Hoje Naldo é um dos melhores alunos da academia, sendo treinado diretamente por Helio Gracie.

Naldo vive com sua mãe, dona de casa, e seu pai, motorista de ônibus, em um bairro simples da capital carioca e sonha em viajar pelo mundo enfrentando (e vencendo) fortes lutadores.

Interpretando Naldo: tem só 3 coisas que você ama na sua vida: sua família, o Jiu Jitsu e açaí. O resto você tolera. Você luta, dentro e fora das arenas, para dar uma vida melhor pra você e sua família e para se tornar o maior lutador de Jiu Jitsu do planeta, honrando seu mestre.

Aparência: Naldo é um carioca alto e musculoso, com a cabeça raspada e um bigode que lhe dá um ar boêmio. Sua pele é levemente bronzeada do sol do Rio e costuma alternar sua vestimenta entre jeans e camiseta ou seu gi além de faixas nos punhos.

Helio Gracie

Altura: 1.75m
Peso: 60kg
País: Brasil
Nascimento: 01/10/1913 (~79 anos em SF2)

Hélio Gracie nasceu em Belém do Pará e é* o patriarca da família Gracie. Foi responsável pela difusão do Jiu-Jitsu no Brasil e idealizador do estilo de arte marcial brasileira conhecido como Jiu-jitsu brasileiro. Hélio Gracie é o grão-mestre em jiu-jitsu brasileiro, faixa vermelha 10º grau.

Desde cedo ele já era um atleta talentoso e treinava e competia em remo e natação desde a infância. Ele teve seu primeiro contato com artes marciais aos 16 anos, quando começou a treinar judô (na época comumente chamado de “Kano jiu-jitsu” ou simplesmente “jiu-jitsu”), com seus irmãos Carlos e George. Ele também aprendeu catch wrestling com o renomado Orlando Americo “Dudú” da Silva, que por um tempo ensinou seus irmãos.

Observador, Hélio passou a acompanhar, dos seus treze aos dezesseis anos, as aulas ministradas por Carlos. Aprendeu todas as técnicas e ensinamentos de seu irmão, mas, percebeu, que mesmo sabendo a teoria, seria difícil executá-las devido à sua fraqueza. Consequentemente ele passou a adaptar a arte marcial para seus atributos físicos, e aprendeu a maximizar a alavanca, assim minimizando a força que seria necessária para executar as técnicas. Com esses experimentos, Jiu-Jitsu Gracie, mais tarde conhecido como Jiu-jitsu brasileiro (ou Brazilian Jiu-Jitsu em inglês) foi criado.

Quando completou 16 anos de idade, Hélio Gracie encontrou a oportunidade de ensinar o jiu-jitsu tradicional. Um magnata chegou para uma aula privada na original Academia Gracie no Rio de Janeiro, como estava marcado. Carlos Gracie, que era quem dava as aulas chegaria tarde e não estaria presente. Hélio então ofereceu-se para dar aula ao rapaz. Mais tarde quando Carlos chegou pedindo desculpas pela demora, o estudante afirmou que não havia problema, mas que gostaria de agora em diante receber aulas de Hélio. Carlos concordou com o pedido e então Hélio se tornou um instrutor na academia.

Utilizando essas adaptações técnicas, praticantes fisicamente menores ou com menor força passaram a dispor de recursos que lhes permitiam defender-se com maior eficiência e, em determinadas circunstâncias, superar adversários fisicamente mais fortes. Carlos e Hélio Gracie desempenharam papel fundamental no desenvolvimento e na difusão dessa abordagem do jiu-jítsu, introduzindo métodos e conceitos que contribuíram para sua consolidação no Brasil e para sua posterior projeção internacional.

Além de treinar com seus irmãos, Gracie aprendeu mais judô com Sumiyuki Kotani e o pioneiro do judô argentino Chugo Sato. Ele também pode ter recebido treinamento de um praticante chamado Hiraichi Tada.

Gracie começou sua carreira de lutador profissional aos 18 anos contra o boxeador Antonio Portugal. Gracie venceu sua luta por finalização em pouco tempo, com um armlock em 40 segundos. Ao longo dos anos seguintes enfrentaria combates contra lutadores várias categorias de peso acima da sua, como 7kg, 29kg e até 40kg a mais, geralmente se saindo vencedor ou empatando e muito raramente perdendo, incluindo algumas lutas de Vale-Tudo, fora das regras do BJJ.

Em 1955 (aos 42 anos), Gracie foi desafiado por Valdemar Santana, um ex-aluno de sua academia que havia sido expulso. Gracie aceitou o desafio de uma luta de vale-tudo, apesar de Santana ser 16 anos mais jovem e 27 kg mais pesado. Gracie defendeu-se da guarda durante a maior parte da luta, aplicando cotoveladas na cabeça e chutes com o calcanhar nas costas, enquanto seu oponente desferia socos através da guarda. Após um longo tempo de luta, Gracie acabou se cansando, e Santana assumiu o controle com cabeçadas e mais golpes. No final, Santana levantou Gracie e o jogou no tatame, em seguida acertando um chute de futebol na cabeça de Gracie, que estava ajoelhado. Gracie foi nocauteado, e seus corners jogaram a toalha.

Desde então, ele passou apenas a ensinar BJJ.

Interpretando Juan: você é um lutador alegre que ama aventuras, conhecer lugares novos e aprender novas artes marciais. De coração bom, faz amizade fácil com pessoas com interesses em comum, mas também cria conflitos facilmente com lutadores desonrados, criminosos ou pessoas que ameaçam inocentes. Você não tem interesse em dinheiro ou Glória, apenas conhecer o mundo, fazer o bem e aprender o máximo possível no processo.

Aparência: Juan veste roupas típicas peruanas incluindo um chullo (gorro) e uma manta de lã de alpaca (espécie de lhama). Ele é moreno de cabelo bem escuro e liso, como os povos nativos da região fronteiriça entre Peru e Brasil, o que muitas vezes lhe rende a alcunha de “índio”.

Lema: Para que os maus vençam, basta que os bons não façam nada!

Helio como NPC

Helio não aceita mais desafios e nem participa do circuito de lutas dada a sua idade avançada e os problemas decorrentes do seu último combate. Ainda assim, segue cuidando da mais prestigiada escola de BJJ do mundo, intermediando lutas com outras escolas e abrigando interessados em aprender a sua arte.

Helio como Sensei

Criador da variação BJJ, Helio é um Sensei de nível 5 que ensina o Jiu Jitsu mas que também tem alguns conhecimentos de Wrestling e Vale-Tudo. Helio está sempre incentivando que seus alunos enfrentem oponentes de outros estilos, para que possam evoluir como lutadores, mas ao mesmo tempo, é um sensei ortodoxo que não tolera movimentos proibidos, atos desonrados e já expulsou estudantes no passado por causa disso, mesmo os mais promissores.

Atualmente ele treina o promissor Naldo Guerreiro.

*Helio Gracie realmente existiu e boa parte da história acima é verdadeira, mas nem tudo pois foi adaptado para uso no RPG, principalmente o fato dele ainda estar vivo na época do jogo.


Sensei

Ybytu

Altura: ??
Peso: ??
País: Brasil
Nascimento: 1991 (~1 ano em SF2)

Há pouco tempo, Ybytu não existia.

Ou talvez existisse de outra forma.

Sua primeira lembrança não é de um nascimento, de uma família ou de uma infância. É a sensação do vento contra o rosto. O mar negro muito abaixo. A lua refletida sobre as águas. E uma certeza impossível de explicar: ele estava voando.

Quando abriu os olhos novamente, estava sozinho no coração da Amazônia. Quando tentou falar pela primeira vez uma língua estranha saiu da sua boca:  ele falou tailandês. Claro, ele não sabia o nome daquela língua. Não sabia onde ficava a Tailândia. Não sabia quem a havia ensinado. Apenas sabia falar.

Durante seus primeiros dias, Ybytu viveu como um animal. Caçava quando sentia fome, dormia entre as árvores e explorava a mata seguindo cheiros, sons e instintos que pareciam naturais para um corpo que ele ainda estava aprendendo a compreender. À noite, porém, algo diferente despertava dentro dele.

Uma raiva sem origem.

Quanto mais tentava controlá-la, mais forte ela se tornava.

Até que, certa noite, a fera venceu.

Ybytu teria se perdido completamente naquele primeiro acesso de fúria se não tivesse encontrado alguém muito mais experiente do que ele. Um lutador que atravessava a região chamado Juan Alavez conseguiu derrotá-lo sem matá-lo e permaneceu ao seu lado até que a consciência retornasse. Depois, levou aquela criatura até uma aldeia próxima, onde estava hospedado com um velho amigo.

Foi ali que Ybytu encontrou o mestre de Tae Kwon Do Kang Do-Hyun. Quando viu Ybytu, o mestre enxergou imediatamente aquilo que conhecia bem demais: uma força extraordinária presa a alguém que ainda não sabia dominá-la. Para Kang, aquilo não era uma maldição. Era uma responsabilidade. E assim começaram os treinamentos.

Com o tempo, Ybytu aprendeu a reconhecer a raiva antes que ela tomasse conta. Inspirar. Sentir o chão. Expirar. Deixar a mente retornar.

Sem conhecer outro lar, Ybytu passou a tratar aquela aldeia como seu mundo inteiro. Aprendeu sua língua, seus caminhos e suas tradições. Caçou ao lado dos guerreiros e permitiu que o pajé o ajudasse a compreender os instintos que Kang não podia ensinar: as garras, as presas, a cauda e a percepção predatória que faziam parte de sua natureza.

Hoje, Ybytu é considerado pela aldeia seu guardião.

Para ele, porém, isso é apenas a única vida que conhece.

Nunca viu uma cidade. Nunca caminhou entre multidões. Nunca foi chamado de monstro. Não conhece o preconceito dos homens contra aquilo que não compreendem e ainda acredita que o mundo além da floresta talvez seja tão simples quanto aquele que conhece.

Aparência: Ybytu despertou com o corpo de um jovem quase adulto e a aparência de uma criatura que aquela floresta jamais deveria ter produzido. Alto, ágil e de movimentos felinos, seu corpo humanoide é coberto por uma pelagem branca marcada por listras negras, com garras, presas e uma longa cauda que parece possuir vontade própria. Seus olhos âmbar observam o mundo com a atenção permanente de um predador.

Interpretando Ybytu: sempre sorrindo, com um sorriso largo, confiante e cheio de presas, sorri com facilidade demais para alguém que nasceu sozinho no meio da mata. É um sorriso herdado de uma pessoa que Ybytu nunca conheceu.

A profecia de Ybytu

A tribo que o acolheu, entretanto, jamais o viu como uma fera que precisava ser domesticada.

Para eles, Ybytu havia sido enviado.

Muito antes de seu nascimento, os pajés preservavam uma antiga profecia:

“Quando o mal acordar debaixo da terra, o vento trará a onça branca de listras negras para guardar o povo.”

Nas histórias da aldeia, existia também outro aviso. Muito longe dali, escondida nas profundezas da floresta, repousava uma antiga construção amaldiçoada: uma pirâmide associada a forças que jamais deveriam despertar.

Então, quando uma criatura branca caiu do céu justamente naquela região, os mais velhos não perguntaram o que ela era: perguntaram apenas quando a profecia começaria.

Foi o pajé quem lhe deu seu primeiro nome: Ybytu. Vento. Porque o vento o havia trazido até eles.

Quando dorme, Ybytu sonha com lugares onde jamais esteve.

Vê *canaviais balançando ao vento*.

Um *dojô de madeira*.

Golpes executados por mãos que não são as suas.

Uma floresta distante.

Sangue sobre pêlos brancos.

E, algumas vezes, o rosto de uma mulher usando uma máscara rosa, carregando alguém através da noite.

Ele nunca consegue enxergar o rosto do homem em seus sonhos.

Mas às vezes consegue vê-lo sorrir.

É o mesmo sorriso que Ybytu vê refletido na água todas as manhãs.

O jovem ainda não sabe que nasceu da alma de uma criatura morta em uma ilha distante.

Não sabe que parte do espírito de outro guerreiro vive dentro dele.

Não sabe por que conhece palavras que nunca aprendeu, por que movimentos desconhecidos às vezes parecem familiares ou por que existe dentro de seu peito uma fera que parece se lembrar de uma vida que nunca foi sua.

Para a aldeia, porém, nada disso importa.

A profecia dizia que o vento traria seu guardião.

E o vento trouxe Ybytu.

Mascote de Ybytu

Foi também na aldeia que encontrou seu companheiro inseparável.

Ou, mais precisamente, foi encontrado por ele.

Caju, um pequeno macaco-prego com uma curiosidade muito maior do que seu bom senso, simplesmente subiu em Ybytu durante seus primeiros dias entre os habitantes e decidiu que aquele seria seu lugar. Desde então, vive em seu ombro, rouba comida sempre que pode e parece ser completamente incapaz de compreender por que alguém teria medo de um tigre humanoide de quase dois metros.

Curiosamente, quando a raiva começa a crescer, Caju costuma ser o primeiro a perceber.

E o último a fugir.

Use as estatísticas de um símio pequeno.

Habilidade Natural de Ybytu

Por ter garras nas mãos e pés e agilidade felina, Ybytu tem -2 de dificuldade em testes que envolvam escalada.

Híbridos Animais

Kang Do-Hyun

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Altura: 1.61m
Peso: 64kg
País: Coréia do Sul
Nascimento: 1932 (~60 anos em SF2)

Ex-instrutor militar sul-coreano e mestre de Tae Kwon Do, Kang havia passado boa parte da vida tentando se afastar de um único momento em que perdeu o controle e destruiu a vida de outro homem. Para expiar seus pecados e controlar seu demônio interior, ele se auto-exilou na Amazônia peruana, na divisa entre Brasil e Peru onde passou a viver com os indígenas.

Ele ensinava algumas técnicas de luta aos indígenas, que por sua vez lhe ensinavam a caçar, plantar e como usar da floresta para se curar, física e espiritualmente. Os boatos de um mestre coreano vivendo na selva logo se espalharam e eventualmente alguns lutadores apareciam querendo aprender com ele também.

Primeiro foi Juan Alavez, um peruano muito promissor que estava em busca dos chutes (e defesa contra eles) do TKD.

Depois, foi Ybytu, um Híbrido Animal encontrado em frenesi no meio da floresta. Quando viu Ybytu, enxergou imediatamente aquilo que conhecia bem demais: uma força extraordinária presa a alguém que ainda não sabia dominá-la.

Para Kang, aquilo não era uma maldição. Era uma responsabilidade.

E assim começaram os treinamentos.

Com a ajuda de Juan, Kang ensinou Ybytu a firmar os pés, girar o quadril e transformar sua velocidade natural em golpes precisos. Ensinou a usar suas pernas como armas, executando chutes que poucos humanos conseguiriam acompanhar. Mas a primeira lição de Kang nunca foi sobre atacar.

Foi sobre respirar.

“O chute começa antes da perna se mover. Começa aqui.”

Kang apontava para o peito.

“Quem controla o fôlego controla o Chi. Quem controla o Chi controla a fera.”

Talvez fosse apenas filosofia de um velho mestre. Talvez não.

Porque funcionava.

Aparência: você é um idoso sul coreano de aparência severa e baixa estatura. Quase calvo, com um ralo cabelo branco, seu olhar mostra a experiência e o sofrimento de alguém que viu muita coisa nas guerras e seus punhos e pés calejados deixam explícito que já lutou demais também.

Interpretando Kang: você se auto exilou para expiar seus pecados e não se envolver em novos confrontos. Já recusou muitos alunos que vieram até você para meramente se tornarem mais fortes e derrotar oponentes, mas não é isso que você ensina. Você ensina superação, autocontrole, paz interior. Nas raras ocasiões em que desfaz seus votos pacifistas é para proteger a vida de quem lhe acolheu.

Kang como NPC

Aventuras na Amazônia peruana podem fazer com que um encontro com Kang seja possível. Possivelmente o maior mestre de Taekwondo na America do Sul, as lendas do coreano vivendo na floresta podem atrair os jogadores até lá.

Kang como Sensei

Treinado por um mestre nas artes do Taekwondo, Kang é um sensei (Sensei 2) que busca a paz e não a guerra. Por isso ele recusa muitos alunos, mesmo os mais promissores. Ybytu foi aceito por justamente precisar controlar sua fera interior, enquanto que Juan foi aceito por ser bom de coração e ter um senso de justição muito elevado.


Sensei

Carlos Miyamoto

CarlosMiyamoto


Altura: 1.89m
Peso: 61kg
País: Brasil
Nascimento: desconhecido

Este brasileiro de ascendência oriental é um descendente direto de Musashi Miyamoto, o maior dos samurais. Carlos desde criança treina diversos estilos de artes marciais, especialmente Karatê, Kenpo, Judô e Kendô. Ele busca descobrir o verdadeiro significado da luta testando a si mesmo no circuito Street Fighter. Diferente de muitos lutadores pelo mundo, Carlos não se importa com glória, e sim com a honra – ele teme manchar o nome Miyamoto com atos impensados. Ele sabe que está no caminho certo, mas tenta impedir que a arrogância que surge do poder que ele está conquistando ofusque seu real objetivo.

Crônica em Final Fight 2: Carlos jamais usa sua katana contra oponentes desarmados… exceto quando está em uma desvantagem numérica absurda. Isso aconteceu pela última vez quando estava de visita à Metro City para ver seu amigo Haggar e a gangue Mad Gear resolveu surgir novamente, sequestrando a noiva e mestre do ninja Guy, um amigo seu que não estava na cidade. Prontamente ele decidiu ajudar o seu amigo e sua espada foi de grande valia para o grupo formado por ele, o prefeito e Maki, outra ninja bushin.

Interpretando Carlos: Você tenta manter as pessoas afastadas de você, pois sabe que sua busca pelo verdadeiro significado da luta pode feri-las. Infelizmente, você também é humano e precisa de companhia de vez em quando… portanto, não consegue mantê-las tão longe. Seu principal objetivo é desvendar o mistério das artes de luta – seu objetivo, a real origem de Chi, o poder que elas podem trazer. Como um verdadeiro samurai, você dá muito valor à honra, nunca deixando de pagar um favor e lutando no mesmo nível do oponente. Você adora viajar o mundo enfrentando os mais fortes lutadores e não tem paradeiro

Aparência: Carlos é um mestiço de longos cabelos castanhos. Ele é alto e esguio, e costuma se vestir com calças jeans e uma camiseta também jeans com as mangas rasgadas, além de botas. Não importa onde vá ou onde esteja, Carlos sempre carrega sua espada nas costas.

Espada de Carlos

Carlos usa uma espada japonesa (katana), sendo um Duelista. Para mais detalhes sobre combate com espadas, leia o post Lutando com Espadas. Os modificadores da espada são:

Katana: Velocidade +1, Dano +3, Movimento +0

Carlos como NPC

Carlos é amigo de Haggar e cia. então não é difícil de associá-lo a crônicas de Final Fight.

carlos-final-fight-2-1
* Fontes: seu texto foi construído com o The Street Fighter Plot Canon Guide e a planilha retirada do suplemento Tempos de Glória da Shotokan RPG. 

Nei “Facão” Cruz

Nei Cruz, que seria mais conhecido no futuro por seu apelido Facão, cresceu na Favela da Rocinha sem seus pais. “Adotado” pelos líderes do tráfico, Nei começou desde cedo a trabalhar como aviãozinho, levando recados e avisando da chegada dos policiais no morro.

Mais tarde, na adolescência, passou a andar armado, cobrando dívidas a serviço de seus chefes, até o dia que levou uma surra de um devedor que sabia lutar e não se intimidou com a pistola que Nei carregava, foi aí ele que ele ouviu falar do street fighting e entender que apenas portar uma arma não o tornava mais forte realmente. Foi quando começou a praticar Capoeira, para ganhar condicionamento físico e impor mais respeito, tanto armado quanto desarmado. Aliado a uma dieta hipercalórica, Nei ganhou altura e músculos, mas ainda não estava satisfeito.

Em uma de suas missões a serviço do Terceiro Comando, uma organização criminosa para a qual trabalhava, Nei teve de cobrar um mestre de Maculelê, arte marcial que ele desconhecia até então. Sua missão era clara, ou o velho lhe pagava, ou deveria executá-lo. Chegando lá, os estudantes do velho mestre estavam preparados para defendê-lo e mesmo Nei sendo um lutador experiente de Capoeira, teve dificuldade para enfrentá-los pois misturavam a ginga tradicional com o uso de…facas!

Nei teve vários ferimentos naquele dia mas conseguiu dar cabo dos alunos do velho mesmo em desvantagem numérica e de armas. Quando ia executá-lo, recebeu uma proposta inusitada: ele poderia matá-lo, ou aprender tudo que ele sabia sobre Maculelê, a Capoeira armada. E não era um blefe, o velho buscou a vida inteira por alguém com o talento e sangue frio de Nei e ele se provou ser melhor que seus alunos em todos quesitos, já que eles estavam mortos e ele em pé. Nei sabia que se não cumprisse a sua missão, seria executado, mas curioso, aceitou a proposta, pagou do seu bolso a dívida do velho e passou a treinar secretamente com ele.

Um ano se passou e a Capoeira de Nei foi especializada com o Maculelê de seu novo mestre, tornando-o um inimigo mortal. No Brasil costumam dizer que Facão, apelido que ele ganhou em sua primeira luta oficial no circuito portando facões, é o Vega brasileiro, embora seus estilos de luta sejam divergentes. No final das contas, a única coisa que compartilham é a sanguinolência no ringue.

Após dominar o estilo e subir postos no circuito, Facão voltou até seu mestre e o assassinou com os facões do próprio, que ele tomou para si. Facão ainda era leal ao chefe da quadrilha e tinha de concluir a missão que tinham dado a ele um ano antes para provar isso. O mestre não se surpreendeu, e também não o julgou, mas sorriu diante da morte, pois fora derrotado pelo melhor aluno que já teve. O discípulo finalmente tinha superado o mestre.

Aparência: Nei é um imenso homem negro brasileiro que usa a cabeça raspada e uma barba finamente aparada ao redor da boca. Ele luta com calças de capoeira, pés descalços e o torso nu, onde exibe diversos cortes provenientes dos treinos e combates que lutou. É visto sempre portando dois facões, sua marca registrada.

Interpretando o Facão: Você é durão e não tem medo de nada nem ninguém. Você é leal ao Terceiro Comando e seus líderes pois eles o tornaram quem é e entende que a vida é dura e a força deles é a justiça. Seus facões são seus únicos amigos.

Lema: Vou te apresentar meus dois amigos…

Christie Monteiro

Altura: ??
Peso: ??
País: Brasil
Nascimento: 06/07/1980 (19 anos em TK4)

Christie é a neta do Lendário Mestre de Capoeira que ensinou a Eddy Gordo a arte da capoeira enquanto ele estava na prisão. Eddy jurou a seu mestre que ele ensinaria a arte da capoeira à sua neta quando ele saísse de lá. Eddy visitou Christie logo após O Rei do Torneio Punho de Ferro 3, e ele a treinou na arte da Capoeira, como havia prometido. Após apenas dois anos de treinamento, Christie se tornou uma lutadora excelente. Os dois se tornaram grandes amigos. Entretanto, logo após o fim do treinamento, Eddy desapareceu, deixando para Christie apenas uma carta dizendo, ”Os responsáveis pela morte de meu pai devem pagar”. Preocupada com a misteriosa desaparição de Eddy, Christie decidiu procurá-lo. Sua única pista—O Torneio Rei do Punho de Ferro 4.

Crônica em Tekken 5: O avô de Christie foi libertado da prisão após uma longa sentença. Entretanto, seu avô havia se tornado um ancião fraco, que era apenas uma sombra do poderoso mestre de Capoeira que ela conhecia. Christie levou seu avô a um hospital, onde foi dito que ele estava com uma doença terminal incurável, e que ele tinha menos de seis meses de vida. Entretanto, uma cura poderia ser construída, se os médicos tivessem acesso à tecnologia do Mishima Zaibatsu. Vários dias depois, O Rei do Torneio Punho de Ferro 5 foi anunciado, e Christie decidiu entrar no torneio, ao lado de Eddy, para encontrar uma cura para seu avô.!

Crônica em Tekken 6: Christie não conseguiu vencer o The King of Iron Fist Tournament 5. Ela lutava para descobrir uma forma de salvar seu avô quando Eddy Gordo, que havia estado lealmente ao seu lado, desapareceu de repente, sem deixar rastros. Ela procurou por Eddy em todos os lugares, mas não conseguiu encontrá-lo. No fim, Christie não teve outra escolha senão retornar sozinha ao Brasil.

Christie continuou sua busca por Eddy ao voltar para o Brasil. Surpreendentemente, seu avô também desapareceu do hospital, supostamente enviado à Mishima Zaibatsu para tratamento. Christie suspeitou que o desaparecimento de Eddy estava de alguma forma ligado à Mishima Zaibatsu, mas não conseguiu juntar todas as peças. Quando o The King of Iron Fist Tournament 6 foi anunciado, Christie partiu para o Japão para entrar em contato com a Mishima Zaibatsu e reunir pistas sobre o desaparecimento de Eddy e de seu avô.

Interpretando Christie: Christie não é uma personagem particularmente combativa. Ela é mais leve e alegre. Não luta por inveja, mas sempre com um objetivo muito específico. É uma das poucas personagens que luta em nome dos outros, e não por vingança, entrando nos torneios para encontrar seu mestre, Eddy, assim como para ajudar seu avô. Sua natureza bondosa também é enfatizada quando, apesar de desejar desesperadamente se reencontrar com Eddy, ela interrompe sua busca para ajudar uma criança perdida a encontrar a mãe, perdendo assim a chance de embarcar no mesmo trem que Eddy.

Christie também tem um lado brincalhão, muitas vezes perguntando de forma provocativa a seus oponentes se eles se machucaram durante suas poses de vitória. Ela demonstra ainda a mesma habilidade de Eddy na Capoeira, exibindo-se com manobras ágeis.

Aparência: Christie tem longos cabelos castanhos, olhos castanhos claros e pele bronzeada. Em sua roupa de combate, ela sempre usa calças de Capoeira e luta descalça, vestindo um top de biquíni variado. Seu traje fora das arenas é mais casual, composto por uma blusa estampada amarrada na frente, combinada com shorts e sandálias. Geralmente usa o cabelo solto, mas, às vezes usa-o preso em um rabo de cavalo.

Christie como NPC

Christie só está a procura de Eddy para saber o que está acontecendo em Tekken 4, e depois em Tekken 5 ela busca uma cura para seu avô. Ela é determinada e tem muito potencial.

Planilha em Tekken 4 e 5 (tabela)

Planilha em Tekken 6 (tabela)

Richard Meyer

Ele aprendeu seu estilo enquanto vivia em sua terra natal, o Brasil. Trazido aos EUA com a ideia de fortuna e oportunidades ele agora detona aqueles que se metam a besta no Pao-Pao Café. Ele entra no torneio do King of Fighters com o objetivo de promover seu clube
noturno, utilizando a fama e glórias que possam ser conquistadas através dele.

Aparência: Richard é um homem negro alto e musculoso,
veste-se em combate com as roupas tradicionais da
capoeira.

Interpretando Richard: você se superestima e é imprudente
enquanto luta, confiando demais nas suas habilidades,
qualquer provocação ao seu café o deixa furioso e o leva a
partir para cima sem se preocupar com estratégia alguma.

Planilha em Fatal Fury

Tabela em Fatal Fury

Referência: personagem extraído da adaptação “The King of Fighters” da Shotokan RPG. Todos os direitos são dos autores da adaptação.

Blanka (Jimmy)

Blanka




Altura: 1.92m
Peso: 98kg
País: Brasil
Nascimento: 12/02/1966 (42 anos em SF6)

Há apenas alguns anos, o submundo dos Street Fighters assistiu chocado à entrada de Blanka no circuito de lutas. Boatos se espalharam rapidamente sobre este guerreiro bestial, e Blanka logo provou ser um dos mais formidáveis Guerreiros Mundiais. Com seus impressionantes ataques aéreos e a habilidade de canalizar seu Chi em devastadoras descargas elétricas, Blanka estabeleceu as matas brasileiras como uma etapa obrigatória para qualquer um que almeje ser campeão mundial.

A origem verdadeira de Blanka não é mais estranha do que aquelas criadas por seus fãs. Há muitos anos atrás, um menininho chamado Jimmy, de 10 anos, estava viajando de avião visitar seu tio no Brasil junto de seu pai. O avião teve uma pane no motor e caiu na floresta amazônica, sua mãe Samantha, que estava em Tailândia, sua terra natal, nunca soube o que aconteceu de fato com seu filho. Seu pai era um diplomata importante e rumores sobre uma sabotagem no avião são frequentes, principalmente devido à outros diplomatas à bordo.

Miraculosamente, Jimmy sobreviveu à queda e foi descoberto e adotado por uma onça com filhotes, que o criou nas selvas. Jimmy rapidamente esqueceu a sua antiga identidade. Uma onda de amnésia bloqueou a dor e medo oriundos da queda do avião. Ele se tornou conhecido apenas como Blanka, um nome que ele criou a partir do rugido de sua mãe adotiva (ou teriam sido os nativos da floresta que o chamaram assim?). Com sua mãe onça, Jimmy aprendeu as habilidades de caça do predador mais temido das matas amazônicas. Ele se tornou ágil e forte ainda criança.

Conforme Blanka crescia, ia se familiarizando com os outros animais também. Ele desenvolveu sua impressionante agilidade e habilidades acrobáticas brincando com os macacos. Contudo, o contato com os símios também fez Blanka contrair um vírus; ele se recuperou mais tarde, mas a doença causou uma transformação mutagênica no corpo de Blanka — transformando-o em um monstro de pele esverdeada (que às vezes muda de tom até o laranja) com uma crina alaranjada. Ele se lembra vagamente da transformação devido à alta febre que sofreu durante o processo. Alguns rumores indicam que teria sido um vírus fabricado pela Shadaloo.

Após a doença, a musculatura de Blanka passou a se desenvolver ainda mais rapidamente, atingindo níveis sobre-humanos. Blanka também começou a passar por estranhas flutuações no campo elétrico natural do seu corpo, sofrendo ataques elétricos que o deixavam inconsciente por horas. Ele finalmente descobriu a cura para esses ataques quando nadava para pegar peixes, e encontrou um grupo de enguias elétricas. Estudando estas enguias, Blanka aprendeu intuitivamente como usar seu Chi para canalizar as descargas elétricas do seu corpo mutante.

Crônica em Street Fighter Alpha (~1989): a história de Blanka entrou em seu capítulo final quando encontrou um ser humano pela primeira vez. Este desconhecido era um escravo fugitivo de uma plantação de drogas da Shadaloo. O homem havia escapado usando suas habilidades de Capoeira para derrotar os guardas da fazenda.

Quando Blanka encontrou esse mestre de Capoeira, o homem estava fugindo de seus antigos captores há dias, sem água e comida. Blanka fez amizade com o homem e ajudou-o a se alimentar na selva. Em troca, o homem ensinou a arte da Capoeira a Blanka.

Eventualmente o amigo escravo de Blanka partiu em busca da família, o que motivou Blanka a buscar sua verdadeira origem. Ele se revelou para uma vila de pescadores próxima dali. Inicialmente, os habitantes da vila tiveram medo, mas vieram a aceitá-lo como um nobre guerreiro quando Blanka passou a ajudar o vilarejo e mais tarde conseguiu até carona com um vendedor de melancias que o ajudaria em suas primeiras viagens. Em uma dessas viagens ele encontra seu amigo de infância Dan Hibiki e se torna amigo de sua discípula, Sakura Kasugano, e os três passam a viajar juntos.

Crônica em Street Fighter 2 (~1992): descobrindo que o segundo torneio mundial seria transmitido pela televisão para o mundo todo (Bison realmente acreditava que venceria a todos), Blanka decidiu entrar no torneio para que, se existisse algum parente seu vivo, ele o reconheceria. E de fato foi o que aconteceu: sua mãe viu-o pela televisão e reconheceu seu par de tornozeleiras que ela havia dado ao filho quando pequeno (!!) e viajou para a Tailândia para se encontrar com seu filho.

Crônica em Street Fighter 4 (~1994): Blanka agora vive com sua mãe junto à civilização, mas ele não se sente confortável, acha que todos o julgam e tem preconceito dele. Ele decide viajar novamente com Sakura e Dan para o novo torneio mundial, esperando que se sinta mais à vontade em meio à outras feras dos ringues e que após fazer um importante feito, seu nome traga mais orgulho para sua mãe.

Interpretando Blanka: você sobreviveu sozinho nas selvas, e por isso é um dos melhores Guerreiros Mundiais. Você é algumas vezes ingênuo em relação ao mundo “civilizado”, mas aprende rápido. Você está fascinado com as cidades, mas de tempos em tempos precisa voltar para a serenidade do verde. A destruição da floresta amazônica deixa você descontroladamente furioso. Você fará o que for preciso para protegere seu lar. No fundo de sua mente estão as lembranças sobre seu passado.

Aparência: Blanka veste apenas um jeans rasgado e argolas nos tornozelos, que ele possui desde a infância (agora esticadas para acomodar seus grossos tornozelos). Ele usa seu longo e desgrenhado cabelo laranja como uma crina.

Lema: Ver você em ação é uma piada!

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A mutação de Blanka

Existem muitas teorias sobre a mutação de Blanka e o Narrador tem a palavra final sobre o que ocasionou a mesma em sua mesa de jogo. A história oficial diz que seu avião caiu e que ele foi criado na floresta, que seus poderes vem das enguias, suas habilidades de combate dos macacos e sua coloração verde é camuflagem feita com clorofila, que depois de tanto tempo usando impregnou sua pele (!!). A sua condição exata de mutante é incerta e mesmo a Capcom já variou sua fisionomia de completamente bestial (SF Alpha) à mais próximo de humano (SF2). Particularmente parece interessante o filler da White Wolf que fala sobre o vírus na floresta e juntando com um pouco de Shadaloo, me parece que temos uma boa solução para este mistério.

Em sua planilha foi incluído o Antecedente Único Híbrido Animal, algo que não existia no original, mas que surgiu mais tarde no suplemento oficial Guia do Jogador (Players Guide). O Narrador tem a palavra final sobre Blanka ser ou não um Híbrido Animal por causa de sua mutação.

Blanka como NPC

Blanka fala pouco o idioma humano e escreve menos ainda, sendo assim, costuma estar acompanhado de seus amigos Dan e Sakura, com quem se sente realmente à vontade. Então dificilmente o Narrador deverá utilizá-lo sozinho em suas crônicas. Blanka é um lutador que deseja saber mais sobre o que o transformou no que é hoje, o que pode levá-lo de encontro à Shadaloo, e ao mesmo tempo deseja ser um grande lutador para deixar sua mãe orgulhosa, o que o leva de encontro ao circuito Street Fighter.

* Fontes: a planilha de SF2 e história original de Blanka são originais da White Wolf, tendo sido levemente modificadas por Fernando Jr da SFRPG Brasil para se adequar aos próprios suplementos da White Wolf (como o fato dele ser um Híbrido Animal – mistura de macaco, onça e enguia). Sua história mais completa é fruto de acontecimento in-game nos jogos em que aparece e no The Street Fighter Plot Canon Guide.

Blanka em Super Street Fighter 4

Guerreiros Mundiais

Híbridos Animais

Mestre Monteiro

O Lendário Mestre de Capoeira (伝説のカポエイラマスター Densetsu no Kapoeira Masutā) , também conhecido como Grande Mestre é o lutador ancião que protegeu e treinou Eddy Gordo durante sua passagem pela cadeia, ajudando-o mais tarde a fugir.

Ele é o avô de Christie Monteiro e também foi o homem que ensinou Capoeira para Eddy Gordo enquanto ambos estavam presos na mesma prisão, cerca de 8 anos antes dos acontecimentos de Tekken 3. É dito que, em algum momento do passado, Jinpachi Mishima poderia ter enfrentado o mestre de Eddy Gordo.

Planilha em Tekken 3

Tekken 5

No curto periodo de 2 anos entre Tekken 3 e Tekken 5, ele conseguiu deixar a prisão pois foi inocentado graças às ações de sua neta e pupilo, mas se tornou um idoso frágil. Um exame médico revelou que ele estava sofrendo de uma doença incurável e terminal; porém os médicos observaram que uma cura talvez fosse encontrada com a avançada tecnologia possuída pela Mishima Zaibatsu, essa informação motivou Eddy e Christie a entrarem no quinto Torneio do Rei do Punho de Ferro.

Planilha em Tekken 5

Tekken 6

Após falhar em vencer o torneio, Eddy faz um acordo com Jin Kazama, que havia prometido achar uma cura em troca dos serviços de Eddy como comandante da Tekken Force. Após a conclusão do sexto torneio, é revelado que a doença está muito além de qualquer cura, até mesmo utilizando a tecnologia da Mishima Zaibatsu e que o mestre de Eddy havia sucumbido à doença.