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Kabaddi

Dhalsim, mestre do Kabaddi

Os poderosos segredos do Kabaddi se originaram nos recantos mais isolados da antiga índia. Monges que dedicaram suas vidas à meditação, yoga e aos exercícios mentais do Budismo Dhyana (chamado no Japão de Zen) desenvolveram poderes físicos e mentais extraordinários. Dizia-se que eles podiam atravessar paredes, deter o batimento de seus corações durante horas e realizar diversos outros feitos sobre-humanos.

Afortunadamente, para poder adquirir estas habilidades, os monges precisavam alcançar um estado de tranquilidade mental tão elevado que eles raramente usavam estas habilidades de modo violento — exceto para se defender. Para se livrar de bandidos e outros agressores, os mestres de yoga desenvolveram o Kabaddi.

Kabaddi é uma das artes mais difíceis de aprender devido à rígida disciplina mental e controle corporal que o aluno deve desenvolver. Embora seja menos violento que a maioria dos outros estilos, o Kabaddi traz vitória aos seus praticantes através de táticas estranhas e inesperadas. Muitos mestres de Kabaddi, usando seu quase miraculoso controle corporal, conseguem esticar seus membros para atingir oponentes que estão do outro lado da sala. O mestre supremo deste estilo, Dhalsim, consegue até mesmo se teleportar de um lugar para outro. O estudante de Kabaddi que almeja igualar tais feitos deve primeiro adquirir o controle de cada molécula do próprio corpo. Ainda mais impressionante é a perspicácia mental de certos praticantes. Eles parecem ser capazes de ignorar todas as distrações e antecipar os movimentos de seus oponentes. O raciocínio é que, se o oponente não consegue atingir você, então ele não pode feri-lo.

Para usar todo o potencial do Kabaddi, o estudante deve estar em perfeita forma física e mental. Lutadores de Kabaddi frequentemente frustram seus oponentes, levando-os a uma fúria cega enquanto calmamente os atingem de uma distância segura, vencendo através da paciência e táticas inteligentes.

Com o crescimento da yoga no mundo ocidental, mais e mais lutadores têm buscado aprender este estilo. Praticantes de outros estilos esperam que seja apenas uma moda passageira. 

Escolas: escolas de Kabaddi podem ser encontradas em todo o mundo, mas elas normalmente admitem apenas alguns poucos e selecionados alunos. Kabaddi é um dos estilos mais rígidos e disciplinados. As aulas começam com uma hora de meditação, e os exercícios testam os limites dos alunos mais ágeis.

Membros: tradicionalmente, apenas aqueles que já demonstraram um grande nível de disciplina e autocontrole podem receber aulas. Esta restrição começou a desaparecer nas escolas mais modernas, mas os melhores alunos ainda são aqueles que demonstram o maior autocontrole e capacidade de concentração.

Conceitos: monges Zen, instrutores de ioga, místicos da Nova Era. 
Chi Inicial: 5 
Força de Vontade Inicial: 2 

Lema:Você deve aprender a controlar seus sentimentos e não pensar em nada além do seu oponente. Apenas após a luta você pode pensar sobre a vitória.

O atual Campeão Mundial deste estilo é o monge indiano Dhalsim.

Manobras Especiais
Soco Chute
Head Butt (1) Slide Kick (2)
Bloqueio Esportes
San He (3)

Energy Reflection (3)

Cannon Drill (5)

Flying Body Spear (2)

Apresamento Foco
Arm/Wrist Lock (2)*
Brain Cracker (1)
Dislocate Limb (3)
Head Butt Hold (2)
Air Suplex (2)
Push (1)*
Ashura Senku (3)*
Balance (3)
Blind (5)
Chi Kun Healing (3)
Chi Push (5)
Cobra Charm (2)
Extendible Limbs (4)
Fireball (3)
Flying Fireball (3)
Ghost Form (5)
Improved Fireball (5)
Inferno Strike (5)
Improved Ice Blast (4)*
Leech (3)
Levitation (3)
Mind Reading (3)
Psychic Vise (5)
Psycho Shield (1)*
Regeneration (1)
Short Fireball (3)*
Soul Illusion (4)*
Telekinesis (2)*
Telepathy (2)
Yoga Flame (3)
Yoga Teleport (5)

* OBS1: manobras marcadas com um ‘*’ não são oficiais da White Wolf, tendo sido desenvolvidas por fãs com base em golpes dos games de Street Fighter.

* OBS2: este estilo de luta não existe no mundo real. O Kabaddi é um esporte indiano de equipes e não uma arte marcial. Conheça o verdadeiro Kabaddi clicando no link.

Dhalsim

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Altura: 1.76m
Peso: 48kg
País: Índia
Nascimento: 22/11/1952 (44 anos em SF5)

Dhalsim nasceu em uma família de camponeses indianos. Quando era criança, seus pais foram mortos em um atentado a bomba atribuído a terroristas islâmicos do Paquistão. Sozinho nas ruas de Bombaim, o pequeno órfão aprendeu a se acostumar com a fome e a pobreza. Ele foi salvo da morte por inanição por um sacerdote budista em viagem.

Sob os cuidados do clérigo, a saúde de Dhalsim foi restaurada e ele viajou com o sacerdote até um templo isolado nas montanhas do Tibete. Lá, Dhalsim se tornou um homem, aprendendo tudo o que aos monges tinham para ensinar sobre meditação, yoga e filosofia budista. Dhalsim se tornou um monge habilidoso, dominando a yoga e os impressionantes feitos e mentais que ela tornava possível.

Eventualmente, a vida no templo se tornou restritiva demais e Dhalsim partiu para ver o mundo. Ele viajou durante anos pela Índia, até que o destino o levou à cidade de Calcutá, onde ele encontrou uma seita budista secreta cujos membros praticavam a antiga arte de combate do Kabaddi.

Apesar de abominar a violência, Dhalsim reconheceu nos monges Kabaddi uma iluminação espiritual que ele nunca havia encontrado antes. Dhalsim permaneceu com os monges e aprendeu os segredos do Kabaddi.

Crônica em Street Fighter Alpha: Dhalsim treinou diariamente durante uma década até aprender tudo que os monges de Calcutá tinham a ensinar. Mesmo então, ele ainda não estava satisfeito com sua elevação física e mental. Dhalsim buscava a perfeição através da prática da yoga e do Kabaddi, mas um dia percebeu que não poderia praticar suas técnicas de Kabaddi com qualquer um. Ele poderia ferir seriamente uma pessoa normal. Entretanto suas habilidades de combate vieram a calhar quando uma epidemia ameaçava matar muitos habitantes de seu vilarejo se não fosse providenciado remédios rapidamente. Dhalsim agora viaja pelo circuito para juntar dinheiro e comprar os remédios que podem salvar seus amigos.

Em suas viagens conheceu Rose e viararam amigos, bem como conheceu Killer Bee e ajudou-a a se livrar do controle mental de Bison. Enquanto treinava, Dhalsim conheceu e se casou com sua esposa Sally em Calcutá. Embora seu espírito elevado esteja acima dos desejos terrenos, ele ama profundamente sua esposa. O casamento deles foi abençoado com um filho, Datta, que nasce no fim dessa época.

Crônica em Street Fighter 2: sua impressionante capacidade de estender seus membros e bafejar bolas de fogo rapidamente tornaram Dhalsim o surpreendente vencedor de vários torneios. Os comentários sobre o monge budista guerreiro se espalharam e logo Dhalsim era convidado para torneios secretos por todo o mundo. Ele prosseguiu em sua carreira de Street Fighter, eventualmente atingindo o status de Guerreiro Mundial. Este constante aprimoramento de suas habilidades de Kabaddi elevaram ainda mais Dhalsim, levando-o a desenvolver sua sobrenatural capacidade de teleporte. Dhalsim está continuamente procurando oponentes ainda mais desafiadores.

Com o dinheiro que recebe como Street Fighter, Dhalsim ergueu seu próprio templo em Nova Déli, completo com sua própria estátua do Buda e uma manada de elefantes sagrados. Ele também entrou no torneio mundial promovido por Bison para juntar mais dinheiro e comprar alimentos para o vilarejo que passava dificuldades nesta época.

Crônica em Street Fighter 4: tudo estava em paz na vila de Dhalsim quando o rio pára de abastecer a aldeia com água limpa. Investigando, descobrem que o rio foi represado pela SIN, uma indústria de armamentos bélicos que estava construindo uma nova base na região, que inclusive sediaria um novo torneio mundial Street Fighter. Como representante de seu povo e da própria Índia, Dhalsim entra no torneio para acabar de uma vez por todas com esses abusos cometidos por estas grandes organizações.

Crônica em Street Fighter 5: Dhalsim ocupa os seus dias em ensinar Yoga ao seu filho e à polícia local, para que consigam cumprir o seu dever ainda mais eficientemente e alcancem sua iluminação pessoal. Nesta época ele recebe uma misteriosa visita de Oro, o eremita mestre do Semjutsu, uma antiga arte marcial milenar, ainda mais antiga e misteriosa que o Kabaddi. O que acontecerá em seguida? Ainda é cedo para dizer…

Interpretando Dhalsim: você permanece calmo e sereno o tempo todo. Quando luta, você entra em um estado de meditação constante para se concentrar no oponente. Você raramente fala, mas quando o faz suas palavras contém pérolas de sabedoria envoltas em enigmas.

Aparência: Dhalsim é um homem alto e magérrimo. Sua cor da pele pode variar do cinza ao marron e ao negro ébano, de acordo com sua vontade. Ele pinta faixas na sua cabeça raspada e usa um colar de crânios de crianças que morreram de fome em sua aldeia, para lembrá-lo da responsabilidade que carrega consigo. Na época de Street Fighter 5 ele usa um turbante e uma longa barba branca também.

Lema: Medite em sua derrota. Algum dia nossos caminhos se cruzarão novamente.

Dhalsim como NPC

Dhalsim abomina a violência e somente a usa como último recurso. Ele pratica suas artes marciais para alcançar a iluminação e não por algum fim mesquinho. Sendo assim, o Narrador deve ter um bom motivo para inclui-lo em suas crônicas de Street Fighter, geralmente algum motivo associado com a segurança de seu povo, o qual ele é o líder espiritual e político.

Dhalsim como Sensei

Dhalsim é um dos maiores mestres vivos do Yoga e do Kabaddi. Suas habilidades paranormais são impressionantes e mais impressionante ainda é a sua paciência com seus alunos. Dhalsim é um mestre difícil de acompanhar, seja por seus longos jejuns, seus exercicios físicos extenuantes, suas longas meditações ou sua fala incompreensível.

Em geral Dhalsim não se aborrece por nada e não se importa de ter estudantes ao seu redor, exceto pelo fato de não gostar de pessoas violentas, a quem ele chama de ‘feras’. Dhalsim compartilha tudo o que sabe com a maior humildade e exige em troca que o discípulo tenha a mesma compaixão de usar seus poderes para o bem.

* Fontes: a planilha de SF2 e a história original de Dhalsim são do Livro Básico de SF RPG. As demais planilhas e modificações são adaptações de Fernando Jr, da SF RPG Brasil e sua história mais completa é fruto do The Street Fighter Plot Canon Guide e de acontecimentos in-game em todos os jogos da série em que ele participa.

dhalsim
Guerreiros Mundiais
Sensei

Sss Lussthu-Kha

Sss Lussthu-Kha


Ela permanece no centro da arena, protegida pelas chicoteadas
de sua sinuosa cauda. As lâmpadas dos holofotes estão suspensas sobre ela, o locutor grita irritantemente, mas ela está a milhares de quilômetros e milhares de anos de distância. Em seus ouvidos ecoa as flautas e os tambores de guerra da submersa Lemuria. Em seus olhos permanecem as torres entrelaçadas de seu povo, se elevando nas florestas e nos vapores dos pântanos, de um continente perdido. Em sua mente sussurram legiões de células progenitoras, concedendo-a a mais perfeita sabedoria.

Ela é Sss’ Lussthu-Kha, “Morte aos ladrões de Ovos” no dialeto de Lemuria. Sacerdotisa da terceira geração, mestra no estilo Kabaddi e última de sua raça. Somente alguns dos povos serpentes sobreviveram à inundação, e aqueles que foram perseguidos e caçados por milênios pela “Árvore Maldita”, são os mesmos que agora a criticam e vaiam, gritando da platéia… Ela apenas deseja devolver o planeta aos seus legítimos donos. O bruto homem diante dela, é um sem cérebro desajeitado, incapaz até mesmo de alimentar os filhotes. Ele levanta os braços em uma grotesca postura defensiva.

Ela pode ver claramente seis falhas em sua defesa – Ele avança… Ela lhe permite iniciar o ataque, para poder avaliar sua estratégia de batalha. Ele lança uma série de socos fulminantes, os quais ela contorna milímetro a milímetro, ou se defende usando seus escamosos antebraços. Mesmo assim ela não aplica um contra ataque, apenas o observa com seus olhos amarelos de pupilas escuras e opacas.

Ele está desconcertado… Ela pode sentir o medo e a raiva em seu suor. Sem qualquer delicadeza e preparação, ele grita e se atira atacando-a, esperando ter sucesso onde ela falhar. Mas SSS ‘Lussthu-Kha tem técnicas próprias. Um gesto de fé, uma oração aos deuses esquecidos, e ela desaparece em uma nuvem sulfurosa, reaparecendo atrás de seu inimigo surpreendido. Vozes de seus ancestrais sussurram em sua mente. Acabe com ele!

Ele mal tem tempo para se virar, e já sente aquela escamosa cauda atingir seu peito. O som das costelas quebrando é audível até mesmo sobre o barulho da multidão. Ele é arremessado do outro lado da arena, se chocando de cara no concreto. Os holofotes da arena iluminam o sangue escuro borbulhando de sua boca. Ela chega calmamente e se agacha próximo ao corpo da presa. Nesse momento a platéia urra num tom ensurdecedor. Ela crava sua mandíbula direto no peito dele, quatro dentes a cada dois centímetros de comprimento, então chicoteia seu corpo em um movimento fluido, e o atira nove metros a frente. Ele grita como uma criança, já sentindo novamente aqueles dentes penetrarem em sua cocha. Mais rápido do que os olhos possam ver, ela se afasta e retoma a sua postura ereta. Por um momento permanece um silencio, como uma leve brisa antes da tempestade. Então, ele prostrado em 90 graus, com o sangue quente, começa a ter espasmos pelo chão como um brinquedo quebrando, dando gritos e sentindo todo veneno através de seu corpo. Ele é grande e levará cerca de três minutos para morrer. Sss’Lussthu-Kha se cobre com seu capuz demonstrando sua vitória, e observa aquela platéia asquerosa, sedenta por sangue.

Consegui… menos um…

Aparência: SSS’ Lussthu-Kha lembra o cruzamento entre uma linda mulher e um lagarto. Ela possui uma crista de escamas que vai do crânio até as costas, olhos de serpente amarelados, pupilas negras e uma sinuosa cauda. Enfeita-se com jóias exóticas de Lemuria e geralmente usa um capuz quando não esta em combate.

Interpretando SSS’ Lussthu-Kha: Você não trata seus inimigos com desprezo, mas transmite o olhar frio de um réptil examinando-os totalmente. Você aprecia particularmente esmagar monges Kabaddistas, para que eles nunca mais blasfemem contra os anciões Lemurianos e aprendam a respeitar suas artes de combate. Alguns lutadores até podem criar um
interesse amoroso por você; mas sua meta é a restauração da raça Lemuriana… porem às vezes uma corrida de meio-híbridos e mamíferos é melhor que nada.

Lema: Eu esperei 65 milhões de anos para destruir você!


Híbridos Animais


Os Impronunciáveis

Shade

Shade


O pai de Bruce Garibaldi, Enrico, era o “cabeça” de um grande sindicato do crime em Nova York; a mãe de Bruce morreu em um acidente de carro quando ele ainda era uma criança. Quando ele não estava estudando nas mais exclusivas escolas internas do mundo, ele estava de férias em locais exóticos e badalados, longe dos negócios da família: seu pai queria que ele se tornasse um médico ou um legítimo homem de negócios, não um gângster.

A despeito de sua afluência – ou por causa dela – Bruce sentiu- se mal-amado. Ele quase nunca via seu pai, em vez disso gastava seu tempo com seus capangas. Ele tornou-se determinado em fazer o seu nome sozinho e devotou-se aos estudos. Ele também aprendeu a lutar com os professores da academia e com personal trainers, praticando por horas todos os dias. Seus professores se preocupavam com o fato de o garoto parecer ser bem mais velho que a sua idade. Depois da graduação, Enrico deu a Bruce qualquer coisa que ele quisesse como um presente: Bruce escolheu uma viagem ao Japão.

Lá Bruce conheceu Mestre Ryuichi, um monge Zen-Budista que ficou impressionado com a disciplina física e mental de Bruce, mas também podia ver que Bruce era assombrado pelos seus demônios interiores. Ryuichi pediu a ele que viesse até o seu monastério Zen para exorcizar aqueles demônios, para ganhar a paz consigo mesmo e com o mundo. Bruce passou os próximos sete anos aprendendo a arte do Kabaddi. A despeito dos ensinamentos de Ryuichi, entretanto, Bruce sucumbiu ao seu lado negro. Ele usou suas artes para trazer dor e maldade no mundo e Ryuichi expulsou-o.

Bruce retornou à Nova York para saber que seu pai tinha sido assassinado por um rival, e assim acabou descobrindo o segredo do seu pai. Ele assumiu a posição de seu pai como o “cabeça” da família. Durante as poucas semanas que se seguiram, os “cabeças” das outras três famílias do crime foram encontrados assassinados. Os jornais noticiaram que uma figura sombria rastejava pela noite, assassinando chefes do crime. Este era Bruce.

Bruce secretamente adotou o nome e personagem de Shade para que ele pudesse acobertadamente cuidar dos seus negócios sujos. A obra de Shade atraiu a atenção de M. Bison, e uma aliança foi formada. O sindicato do crime de Bruce vende as drogas da Shadaloo nas ruas de Nova York, enquanto Shade elimina os inimigos da Shadaloo (ou os seus).

Shade é um Duelista bem conhecido pelos Street Fighters, mas ele nunca compete publicamente. Ao invés disso, ele sequestra Street Fighters e força-os a lutar em sua arena secreta, O Abismo, a qual ele também usa para recrutar pessoas para sua própria organização ou se livrar de incômodos.

Aparência: Bruce é um homem bonito, bem-vestido de altura média e constituição poderosa que usa um cabelo na altura dos ombros em um curto rabo-de-cavalo. Ele é sofisticado e possui boas maneiras. Bruce prefere trajes sociais europeus fora da arena. Como Shade, ele usa um uniforme de peça única preto com capuz preto, para ocultar sua identidade.

Interpretando Shade: Você é um solitário. Ninguém o ama ou se preocupa com você. A única coisa que faz você suportar isso é a sua riqueza e poder. Você é determinado e impiedoso dentro e fora da arena. Misericórdia é para os fracos. Pessoas o temem, e você gosta disso. Quando você está em uma de suas missões ou lutando na arena, você se sente vivo.

Lema: Este será o último erro que você cometeu.

Elenco de Apoio

Ravana

Ravana


Ele rasteja pela noite, espreitando nas mais escuras sombras de nosso mundo, buscando uma satisfação encontrada no sangue e na dor. Ele é Ravana, o Demônio Gritante (pois Ravana significa “grito”), anteriormente aprisionado em um templo na Índia até que arqueólogos acidentalmente o libertaram no mundo; agora, ele ronda pelo mundo, provando sua força contra aqueles mais merecedores de seu desafio.

Ravana é um rakshasa, um dos demônios da mitologia Indiana. Sua espécie foi banida de nosso mundo, trancada atrás de uma grande barreira; mas ele foi deixado para trás, preso a um leito enterrado em um templo subterrâneo abaixo de Calcutá. Agora, com os selos de sua prisão quebrados, ele está livre para correr a Terra.

Sendo um dos demônios guerreiros, Ravana anseia por nada mais que derramamento de sangue e violência; foi a sua insaciável sede por combate que levou-o a atacar os deuses e foi por seu orgulho e tolice que ele foi aprisionado para contemplar sua burrice. Imóvel por milênios, sua meta era apenas escapar, mas, em vez disso, ele aprendeu a virtude da paciência.

Quando Ravana foi libertado, ele viu que um admirável mundo novo o aguardava, um novo campo para derramar sangue. Entretanto, ele não poderia mais travar guerras sem pensar. Em vez disso, ele decidiu que seria mais cauteloso ao selecionar sua presa, escolhendo apenas os mais valiosos guerreiros. Se a presa fosse uma vítima desafiadora, Ravana poderia se banquetear com seu coração e cérebro, para honrá-lo e absorver seu poder. Embora os deuses pareçam ter desaparecido, ele encontrou uma equipe valorosa de oponentes no circuito Street Fighter. Uns poucos lutadores têm desaparecido, e seus corpos horrivelmente mutilados vêm sendo encontrados mais tarde. Entretanto, a existência de Ravana permanece um segredo.

Agora ele aguarda em silêncio, observando seu novo campo de batalha. Ele espreita nas sombras de torneios e assiste aos melhores lutadores, contemplando sua próxima presa.

Aparência: Exceto por sua pele vermelho-escura, Ravana aparenta ser humano. Seu longo cabelo é de um preto opaco e seu corpo é imensamente musculoso e cheio de cicatrizes. Seu rosto é tipicamente sem expressão, denunciando poucas emoções que não sejam prazer quando um oponente mostra uma certa medida de habilidade ou ousadia. Ele luta vestindo uma simples tanga longa junto usa adornos dourados como
braceletes e um cinturão. Quando está caçando, ele fica armado com sua pata e seu katar.

Lema: Prove a si mesmo, guerreiro – eu estou com fome esta noite.

Elenco de Apoio

Koey


Lutador do circuito Street Fighter há algum tempo, é bastante conhecido pelo público que frequenta os grandes torneios. Dizem que já foi pupilo do Guerreiro Mundial Dhalsim.

Alguns dizem, entretanto, que Koey teria sido expulso do templod e Dhalsim devido a um mau comportamento do discípulo (será que ele comeu um bife mal passado?). Outros dizem que ele teria saído pois já tinha aprendido o que lhe interessava: o fantástico Yoga Fire e como refleti-la.

Koey tenta manter a luta de longe, seja cuspindo seus projéteis ou refletindo o dos seus adversários. Ele tenta também terminar a luta o mais rápido possível, antes que suas energias acabem.

Recentemente ele foi convidado por Hans Gordon para integrar o time Meteora. Koey aceitou, pensando nas possibilidades e facilidades que a Gordon Produções poderiam lhe proporcionar.

Aparência: Koey possui a cabeça raspada, com um símbolo indiano vermelho na testa. Apesar disso, Koey não aparenta ser indiano, tendo uma pele clara, semelhante aos europeus. Seu corpo possui poucos músculos, mas seu olhar demonstra confiança.

Interpretando koey: você deveria ser um monge zen. Deveria. Você vai mostrar a Dhalsim que lutando do "seu jeito" você vai se sair muito melhor do que o seu mestre. Você acha um desperdício de capacidade ficar malhando, uma vez que seu cérebro é sua maior arma nas arenas.

* OBS: este personagem não é oficial da White Wolf. Ele foi originalmente apresentado na Dragão Brasil nº 56.

O verdadeiro Kabaddi

O Verdadeiro Kabaddi

Kabaddi (algumas vezes escrito Kabbadi ou Kabadi) é um esporte de times originário de Tamil Nadu (India). Dois times ocupam lados opostos de um campo e tomam turnos enviando um "raider" ao outro lado, para ganhar pontos por marcar ou agarrar membros do time oposto; o corredor então tenta retornar ao seu próprio lado, prendendo sua respiração durante a corrida inteira.

Origem

A origem do Kabaddi pode ser traçada desde os tempos pré-históricos quando o homem aprendeu como se defender em grupo contra animais ou atacar animais mais fracos individualmente ou em grupo por sobrevivência ou comida. Através do Kabaddi é primariamente um jogo Sul Asiático, não é muito sabido sobre a origem deste esporte. Há, entretanto, evidências concretas, que o esporte possui mais de 4 mil anos de idade.

Há uma crença popular de que o Kabaddi originou-se no estado do sulda Índia, em Tamil Nadu. A história da origem do Kabaddi começa pelo bater e correr de um garoto por um doce. O garoto que era acertado perseguia o garoto que o acertou, e o acertava de volta (pega-pega). Prendendo a respiração enquanto persegue o oponente era um elemento adicional que o jogo possuía. Há vários nomes para este jogo: Kabaddi, Sadugudu, Gudugudu, Palinjadugudu e Sadugoodatthi. A palavra Kabaddi pode ter sido originada das palavras de Tamil kai (mão) e pidi (pegar).

Federações

Kabaddi é um jogo muito popular em Bangladesh, e em algumas áreas também é conhecido como Ha-du-du. Mas a despeito de sua popularidade, Ha-du-du had não possui regras definidas e é jogado com diferentes regras em diferentes áreas. Ao Ha-du-du foi dado o nome de Kabaddi e o status de Esporte Nacional de Bangladesh em 1972 .

A Federação Indiana de Kabaddi (KFI) foi fundada em 1950, e compilou um conjunto padrão de regras. A Federação de Bangladesh de Kabaddi Amador foi fundada 1973 . Ele formulou regras e regulamentos para o jogo e o primeiro torneio de teste de Kabaddi ocorreu em Bangladesh em 1974, juntamente com a Índia, em diversos locais como Dhaka , Tangail , Dinajpur , Jessore , Faridpur e Comilla . Em 1978 , a Federação Asiática de Kabaddi Amador foi formada e uma conferência de delegados de Bangladesh , India , Nepal e Paquistão na cidade indiana de Villai sob direção de Sharad Pawar.

Em 1979 , um novo torneio de teste foi feito entre Bangladesh e India que foi sediado em diferentes lugares da India incluindo Mumbai , Hyderabad , e Punjab . O Campeonato Asiático de Kabaddi foi realizado em 1980 e a India se sagrou campeã, sendo Bangladesh a outra finalista. Bangladesh foi finalista novamente em 1985 no Campeonato Asiático de Kabaddi em Jaipur , India . Os outros times incluídos no torneio foram Nepal , Malasia e Japão. Kabaddi foi demonstrado como um esporte nos Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936. O jogo foi incluído pela primeira vez nos Jogos Asiáticos sediados em Pequim, em 1990. Oito países tomaram parte inclundo Índia, China, Japão, Malásia, Sri Lanka, Paquistão e Bangladesh. A India ganhou a medalha de ouro e desde então ganhou três medalhas de ouro em Hiroshima (1994), Bangkok (1998) e Busan (2002).

O primeiro Campeonato Mundial de Kabaddi foi sediado em Hamilton, Canada, quando 14 mil pessoas no Copps Coliseum assistiu os melhores jogadores da índia, Paquistão, Canadá, Inglaterra e EUA. A proxima edição foi em Surrey, na Colúmbia Britânica. A Índia se tornou Campeã Mundial desde que o kabaddi foi incluído nos Jogos Asiáticos (Asian Games) e nos jogos da Federação Sul-Asiática. Em 2008 Sukhbir Singh Badal montou uma liga mundial de Kabaddi profissional com patrocínio para atrair os melhores jogadores; esta liga foi sediada na Índia com torneios no Canadá também.

Jogadores a nível de competição são normalmente grandes, fortes e ao mesmo tempo são ágeis, esguios e tem altos níveis de vigor e resistência para serem bons em todos os aspectos do jogo. Há muitas formas de estratégias de jogo e os jogadores precisam de condição física e mental para participarem com sucesso de um jogo de Kabaddi, senão injúrias sérias podem acontecer.

Jogabilidade

No estilos de times do Kabaddi, dois times de sete membros cada, ocupam metades opostas de um campo de 12.5m × 10m (cerca de metade do tamanho de uma quadra de basquete). Cada um tem cinco jogadores reservas. O jogo tem tempos de 20 minutos, com cinco minutos de meio tempo enquanto os times trocam de lado.

Os times realizam turnos enviando um "corredor" para o lado do time rival, onde o objetivo é marcar (tag) ou wrestle ("confine") membros do time oposto antes de retornar para seu lado. Membros marcados estão "fora" e são enviados para fora do time.

Enquanto isso, defensores devem formar uma corrente, por exemplo, juntando suas mãos; se a corrente é quebrada, um membro do time defensor é enviado para fora. O objetivo dos defensores é parar o corredor retornando para o lado dele tomando fôlego. Se o corredor toma fôlego antes de retornar, o corredor está fora do campo.

Um jogador também pode ser retirado do jogo se tocar a parte de fora do campo, exceto durante um struggle com um membro do time oposto.

Cada vez que um jogador sai fora, o time oposto ganha um ponto. Um time marca um bônus de dois pontos, chamado lona, se o time oposto inteiro é declarado fora. Ao fim do jogo, o time com o maior número de pontos vence.

Partidas são definidas por idade e peso. Seis oficiais supervisionam a partida: 1 juiz, dois árbritos, um marcador e dois assistentes de marcação.

Formas de Kabaddi

Amar

Na forma 'Amar' de Kabaddi, toda vez que um jogador é tocado (está fora), ele não sai da quadra, mas permanece nela e um ponto é dado ao time que o tocou. Esta forma de Kabaddi é jogada em Punjab, Canada, Inglaterra, Nova Zelândia, EUA, Paquistão e Australia. No Kabaddi Amar, cada time consiste de 5-6 bloqueadores e 4-5 corredores. De uma evz só, somente 4 bloqueadores são permitidos na quadra. Toda vez que um bloqueador impede o corredor de voltar para seu campo, aquele bloqueador ganha um ponto. Por outro lado, toda vez que um corredor marca um dos bloqueadores e consegue retornar ao seu campo, o time do corredor ganha um ponto. Por vez, somente um dos bloqueadores pode tentar parar o corredor. Se mais de um tocar o corredor, um ponto automático é dado ao time do corredor. Se o bloqueador é empurrado para fora pelo corredor ou vice-versa, então o time que manteve seu jogador no campo ganha um ponto. Se ambos, corredor e bloqueador saem do campo, o resultado é que ninguém ganha ponto. O Kabaddi Amar é também usado pela Federação Mundial de Kabaddi (WKF) e nas competições Nacionais, de Praia e Circular de Kabaddi.

Surjeevani

O Kabaddi 'Surjeevani' é usado pela Federação Indiana de Kabaddi, e é ela quem cuida de suas regras. No Kabaddi Surjeevani, um jogador é revivido toda vez que um jogador do outro time está fora. A duração, número de jogadores, dimensões da quadra, etc, são fixadas pela Federação Indiana de Kabaddi. esta forma de Kabaddi é a mais próxima do jogo presente. Nesta forma de Kabaddi, os jogadores voltam ao campo nos últimos 40 minutos com um meio-tempo de 5 minutos. Há 9 jogadores de cada lado. O time que pôr todos os jogadores do oponente para fora ganham quatro pontos extras, chamado de 'Iona'. O Time vencedor é aquele que marcar mais pontos depois dos 40 minutos. O campo é maior nesta forma de Kabaddi em diversas regiões.

Gaminee

Esta forma é jogada com nove jogadores de cada lado, em um campo sem medidas específicas. Uma de suas características é que um jogador posto pra fora do campo só pode voltar a jogar depois que todos seus companhjeiros são postos para fora também. Cada vez que um time põe todo o time oponente para fora, ele marca um ponto, daí todos os times voltam e recomeça outro turno. O jogo continua até cinco ou sete Ionas (tipo o gol deles) são obtidos. O jogo não tem um tempo fixo.

Harpol Jhaliwal

Harpol Jhaliwal


Harpol não sabe quem são seus pais, somente sabe que ela cresceu nas ruas de Nova Delhi com um grupo de outras crianças de rua. Ela presume que seus pais a abandonaram por causa dela ser uma menina, uma prática comum na Ìndia por causa do valor do dote exigido de seus pais quando sua filha fosse se casar. Qualque que seja a razão, o fato é que Harpol foi uma das inúmeras crianças que cresceram nas ruas pobres e sujas da Índia. Quando foi adotada por uma espécie de seita de Monges Budistas, ela relegou sua vida ao jejum e à meditação.

Os monges viram seu potencial de grandeza onde o resto do mundo viu apenas uma meina suja. Eles tocaram seu interior e lhe deram serenidade com seus ensinamentos místicos. Ela aprendeu sobre seu potencial e o mundo além de Nova Delhi. Qundo ela provou a si mesma que estava pronta, os monges começaram a ensiná-la os segredos do Kabaddi.

A garota assumiu os treinamentos como se ela tivesse nascido para isso. “Talvez você tenha”, respondiam os monges quando ela perguntava somente aquela questão. “Você está entre as melhoras estudantes que jamais tivemos, mas seus dias aqui estão próximos do fim. Grandes desafios esperam por você.” Após completarem seu treinamento, eles a apresentaram a Dhalsim e ao Circuito Street Fighter

Dhalsim olhou fundo na alma da garota e viu seu potencial, escondido como uma pérola através das águas de um rio feroz – turbulento, mas belo. Os ensinamentos de Dhalsim despertaram os poderes dentro da garota que não tinha idéia das forças que possuía: poderes além de seu corpo, para produzir gotas de ácido a partir de sua boca e poderes sobre o frio. Ela completou seus ensinamentos e mantém treinos com seu Sensei ocasionalmente.

Aparência: Harpol é magra e bela, e prefere vestir suas rupas de rua durante os combates. Ela veste uma camiseta com um decote e uma jaqueta negra de couro, com calças combinando. Os monges e Dhalsim desaprovam seu modo de vestir. Ela prefere manter seus gostos em afirmação à suas raízes, nas ruas e arredores de Nova Delhi, embora ela já tenha condições de adquirir roupas muito antes de entrar para o circuito. Ela também veste vários braceletes que criam sons agradáveis enquanto se movimenta. Muitos oponentes se distraem com os sons, um fato que ela tira vantagem.

Interpretando Harpol: você está se divertindo e aproveitando seus ensinamentos Budistas. Sua vida é excitante, ao menos agora você não vive nas ruas. Ocasionalmente você irá perder a simplicidade de sua vida, mas nunca irá querer voltar para ela. Na verdade, você morre de medo de ser forçada à voltar às ruas. Para combater este medo, você assinou um contrato com Samson Prowse da Excalibur Produções ao contrário das recomendações de Dhalsim. Recentemente você tem perdido várias de suas batalhas, e Samsom a pôs em provação. Se você não começar a ganhar batalhas dentro de três meses, ele irá lhe tirar da Equipe. isto faz com que você se desespere para ganhar, o que a faz cometer erros e perder ainda mais batalhas. Tudo que você precisa é um pouco de vitórias sólidas para reforçar sua auto-confiança e logo.

Lema: Esta cidade não é muito diferente de Nova Delhi. Vocês tem pobres e sem-tetos assim como nós. Lá existem alguns caras metidos, que acham que são Street Fighters. Aqui também.

Monge Maligno


Esses monges são os indivíduos que incitaram Bison a descobrir a ilha de Mriganka, e principalmente, o meteoro. Embora Bison ache que seus serviços não são mais importantes para seus planos religiosos, ele utiliza este templo aéreo para meditação e para desenvolver seus poderes. Existem apenas 8 monges restantes da ordem, e Bison aparentemente não tem planos em ajudar a sua organização a crescer.

Foi desta ordem de monges que surgiu o poderoso monge da Ordem da Unidade Celestial. O líder da Ordem Celestial, Aka Zahn, era apenas um monge da Ordem da Escuridão Perpétua até traí-la, e convencer Bison que sua nova religião concederia mais poder e influência no mundo. Enquanto esses monges se manterem leais e nunca agirem contra os propósitos de Bison, ele os deixará onde estão.

Itoketip

Itoketip


A mil anos atrás em um obscuro templo do Himalaia, camponeses se reuniram, para apaziguar um deus do mal, um deus que trazia a fome em vez de fartura, que trazia gafanhotos em vez de chuva. O deus falou através de seu Sumo-sacerdote chamado Itoketip, e os camponeses deram ao Sacerdote oferendas de comida, jóias e ouro. Eles também ofereceram seus filhos e filhas para que o deus do mal se acalmasse. Se os camponeses falhassem em agradá-lo, Itoketip poderia ir para seu templo e entrando em comunhão com seu deus, possuiria o poder para punir os camponeses com dilúvios, fogo e fome.

Então, por uma temporada os camponeses não vieram. No lugar veio um herói para destruir Itoketip e seu templo. Uma grande batalha aconteceu entre o herói e Itoketip. Por dias eles lutaram, arrasando o templo maligno em sua luta titânica. Ao final Itoketip foi derrotado e deixado para morrer enterrado embaixo das ruínas do terrível santuário de seu deus.

O sumo-sacerdote ficou ali durante mil anos, e poderia ter permanecido ali por mais mil anos, não fosse pelo grupo de arqueólogos de M. Bison na caçada por artefatos místicos. Eles descobriram as ruínas do templo e Itoketip. Seu corpo foi trazido diante de M. Bison, que usou suas capacidades telepáticas para acordar o sumo-sacerdote. Convencido que Bison o trouxe do mundo dos mortos, Itoketip concorda a se juntar a Shadaloo e servir seu novo deus: M. Bison. Bison selou ainda mais a confiança de Itoketip usando os recursos da Shadaloo para reconstruir o templo do sacerdote. Que de seu trono restaurado, subjuga uma nova geração de desafortunados camponeses.

Na verdade Itoketip nunca morreu. Como ele sobreviveu enterrado por mil anos, ninguém pode explicar. Talvez foi algum poder de seu chi interior que lhe concebeu o estado de hibernação, ou talvez o deus maligno que ele cultuava, de alguma forma existe e protegeu seu servo.

Aparência: Alto, magro, homem de descendência indiana, Itoketip ainda se veste em seus trajes cerimoniais, até mesmo quando ele luta contra bárbaros em nome da Shadaloo. Sua cabeça é raspada dos lados, mas seu cabelo é muito grande e ele o amarra numa grande trança.

Interpretando Itoketip: Você ainda não está familiarizado com esta era, mas a ignorância dos tempos modernos não te desvia de seu caminho. Você está centrado em restaurar seu poder e restabelecer sua autoridade como porta voz de um poderoso deus: M. Bison.

Lema: Ora, meu jovem, você acha que pode afrontar o poder dos deuses?

*OBS: originalmente a ficha de Itoketip foi trocada pela ficha de Hu. A versão apresentada aqui corrige este erro.


Shadow Fist